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Prefeitura de Cuiabá libera servidores a partir das 12h para acompanhar jogo do Brasil

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, anunciou durante coletiva de imprensa, na noite desta quinta-feira (25), a liberação antecipada dos servidores públicos municipais na próxima segunda-feira (29), para que possam acompanhar a partida da Seleção Brasileira contra o Japão, marcada para as 13h. Com exceção dos serviços considerados essenciais, os órgãos da administração pública poderão encerrar o expediente às 12h.

Segundo o prefeito, a decisão foi tomada após diálogo com vereadores e análise do impacto da medida nos serviços públicos, principalmente nas áreas da Saúde e da Educação. “Todo mundo estava pedindo para que a gente pudesse liberar os servidores. A minha preocupação era garantir que as consultas já agendadas não fossem prejudicadas”, explicou.

Conforme Abilio, a Secretaria Municipal de Saúde confirmou que os atendimentos agendados para a tarde de segunda-feira poderão ser antecipados para o período da manhã ou remarcados para terça-feira, sem prejuízo aos pacientes. Permanecem com atendimento 24 horas a UPA Pascoal Ramos, UPA Morada do Ouro, UPA Leblon, UPA Verdão, a Policlínica do Pedra 90, o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), o Hospital Municipal São Benedito, o Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá, o Centro Médico Infantil (CMI) e as seis Residências Terapêuticas mantidas pelo município.

Na Educação, as aulas do período da tarde da rede municipal também serão suspensas. O prefeito afirmou que a decisão levou em consideração o desejo da maioria das famílias e dos profissionais da educação de acompanharem a partida juntos. “Pedimos a compreensão dos pais. Entendemos que é um desejo da maioria que as crianças possam estar com suas famílias durante o jogo da Seleção Brasileira.”

O prefeito ressaltou que a liberação ocorrerá ao meio-dia para permitir que pais e responsáveis busquem seus filhos nas escolas e possam se organizar antes do início da partida. “Os serviços essenciais continuam funcionando normalmente. Mas, ao meio-dia, estaremos liberando os servidores para que possam acompanhar o jogo”, afirmou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Aliado de Janaina, Léo Bortolin vê fim de ciclo após derrota da família Riva

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O deputado estadual eleito Léo Bortolin (MDB) avaliou as derrotas de Janaina Riva e Jéssica Riva nas eleições deste ano e afirmou que o resultado representa o encerramento de um ciclo político para a família. Historicamente próximo do grupo, o parlamentar evitou fazer críticas diretas, mas destacou que a resposta das urnas deve ser respeitada.

“Eu acho que, como eu falei, é um ciclo, é um ciclo e acho que a urna falou por si só. O reflexo da sociedade”, declarou Léo.

Janaina disputou uma das duas vagas ao Senado por Mato Grosso, mas terminou a eleição em terceiro lugar. Jéssica, por sua vez, tentou retornar à Assembleia Legislativa, mas também não conseguiu uma das 24 cadeiras disponíveis.

Com os dois resultados, a família Riva ficará, a partir de 2027, sem representantes eleitos nos principais espaços do Legislativo estadual e federal. A presença do grupo na política de Mato Grosso remonta a 1994, quando José Riva iniciou sua trajetória como deputado estadual.

A declaração de Léo ganha peso pela relação política que mantém com Janaina. O deputado eleito pelo MDB esteve entre os aliados do grupo durante a campanha e agora passa a integrar a próxima composição da Assembleia, justamente em um cenário no qual os Riva não terão uma cadeira na Casa.

Apesar da derrota, a avaliação de Léo não foi acompanhada de uma conclusão sobre o futuro político da família. Ao resumir o resultado como reflexo da sociedade, o parlamentar destacou o papel da escolha feita pelos eleitores no pleito deste ano.

O resultado das eleições também atingiu outras famílias tradicionais da política mato-grossense. Campos, Fávaro e Pinheiro igualmente chegam à próxima legislatura sem representantes eleitos diretamente para alguns dos principais cargos disputados em 2026, em um cenário de renovação da composição política do Estado.

A partir de 2027, a família Riva deixa de ocupar diretamente mandatos eletivos em Mato Grosso, após mais de três décadas de presença contínua no cenário político estadual. A ausência, porém, não permite concluir, por si só, qual será o papel do grupo nas próximas disputas e articulações políticas.

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