Mato Grosso
Dr. João reforça atuação por obras, serviços e fortalecimento da rede hospitalar em Mato Grosso
Mato Grosso
DIA DO HOSPITAL
Médico nefrologista e primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, ele tem concentrado esforços na construção de unidades, reabertura de serviços, envio de emendas, fiscalização presencial e descentralização de atendimentos especializados.
Nesta quinta-feira (2), quando é celebrado o Dia do Hospital, o deputado estadual Dr. João (MDB) evidencia uma das marcas centrais de sua atuação política: a defesa da rede hospitalar de Mato Grosso. Médico nefrologista e primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, ele tem concentrado esforços na construção de unidades, reabertura de serviços, envio de emendas, fiscalização presencial e descentralização de atendimentos especializados.
Em Tangará da Serra, Dr. João é o principal responsável pela articulação do Hospital Regional, obra considerada uma das mais importantes para a saúde do médio-norte e de toda a região. O hospital é tratado como um marco para ampliar o acesso a especialidades, reduzir deslocamentos e garantir atendimento mais próximo da população.
No município, o deputado também articulou a reabertura do centro cirúrgico do Hospital Municipal, além de manter uma atuação permanente pelo fortalecimento da estrutura local de saúde, com investimentos, cobrança política e destinação de recursos.
Outra frente importante do mandato é Arenápolis, onde Dr. João é apontado como um dos principais responsáveis pela reestruturação do hospital da cidade, que passou a se consolidar como referência para a região do Médio-Norte, resultado de sua atuação política e articulação por melhorias na unidade.
Em Cuiabá, o parlamentar segue como um dos nomes mais atuantes na defesa da Santa Casa. Primeiro, na luta para impedir o fechamento da unidade. Agora, na cobrança para que os funcionários recebam os salários atrasados e tenham garantidos os seus direitos. Dr. João tem sustentado que a discussão sobre a Santa Casa não termina com a manutenção do hospital aberto, mas também passa pela valorização e pelo respeito aos trabalhadores.
Na fiscalização, o deputado também tem presença constante. Como integrante da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, participou de visitas e inspeções em hospitais regionais, acompanhando de perto problemas estruturais, falta de insumos, atrasos em obras e dificuldades no atendimento.
Além da cobrança, Dr. João também vem destinando emendas parlamentares para compra de equipamentos, custeio e melhoria da estrutura hospitalar, especialmente em municípios que dependem de reforço na rede pública de saúde.
Outra pauta que tem recebido atenção do deputado é a defesa da implantação da tabela SUS mato-grossense, como forma de melhorar a remuneração dos procedimentos e ampliar o atendimento à população. Na mesma linha, ele também atua pela descentralização da hemodiálise e da oncologia, para que pacientes do interior não precisem continuar enfrentando longas viagens em busca de tratamento.
Para Dr. João, o Dia do Hospital reforça a necessidade de olhar para essas estruturas como prioridade permanente da gestão pública.
“Hospital é onde a vida pede pressa, estrutura e responsabilidade. Tenho colocado meu mandato à disposição justamente para isso: defender os hospitais que já existem, lutar para que os que estão em construção saiam do papel e garantir que a população seja atendida com mais dignidade e mais perto de casa”, afirmou.
O deputado também destacou que a defesa da rede hospitalar exige presença concreta, e não apenas discurso.
“Sempre entendi que saúde não se resolve só com fala. É preciso articulação, recurso, fiscalização e compromisso. Quando a gente luta por hospital regional, centro cirúrgico, Santa Casa, hemodiálise e oncologia no interior, a gente está lutando para que o cidadão tenha atendimento de verdade, no momento em que mais precisa”, disse.
Mato Grosso
Vira Saúde | Quando os fatos falam, o discurso perde força
Com mais de 104 mil exames realizados em apenas 60 dias, programa da Prefeitura de Primavera do Leste passa a ser defendido pelos resultados apresentados e pelos relatos de pacientes que aguardavam atendimento há anos.
Há quem tenha o hábito de torcer contra. Não contra um prefeito, um secretário ou uma gestão, mas contra qualquer iniciativa que possa dar certo. Afinal, quando um programa funciona, leva atendimento à população e resolve problemas históricos, sobra pouco espaço para quem vive apenas da crítica.
O Programa Vira Saúde completou apenas 60 dias. Em tão pouco tempo, mais de 104 mil exames foram realizados, milhares de pacientes saíram da fila e histórias que pareciam esquecidas voltaram a ter esperança. Mesmo havendo discursos leigos que confundem a quantidade de exames com a quantidade de pessoas atendidas, o Vira Saúde segue atendendo quem mais precisa: aqueles que estavam há anos em uma fila de espera. Em muitos casos, um único paciente aguardava de cinco a dez exames, além de cirurgias de catarata e pterígio, correndo o risco de perder a visão. São números expressivos, mas, acima deles, estão as pessoas.
A mãe que aguardou dez anos pelo exame do filho. O paciente que, mesmo com dificuldades para andar, conseguiu realizar sua cirurgia. A cidadã que esperava havia mais de um ano por uma ressonância magnética. Nenhuma dessas pessoas perguntou qual era a cor partidária de quem criou o programa. Elas apenas queriam o que qualquer cidadão merece: atendimento.
É curioso observar que alguns continuam procurando defeitos justamente em uma iniciativa que está devolvendo qualidade de vida à população. Enquanto uns insistem em encontrar motivos para desacreditar o trabalho, outros comemoram o fim de uma longa espera. Entre a crítica permanente e o resultado concreto, a população costuma saber muito bem de que lado quer ficar.
Governar nunca será agradar a todos. Mas é difícil contestar uma política pública que apresenta resultados tão claros em tão pouco tempo. Ainda mais quando esses resultados são medidos não apenas em estatísticas, mas em histórias de vidas transformadas.
O Vira Saúde ainda não resolveu todos os desafios da saúde pública, e ninguém afirmou que resolveria em apenas dois meses. Mas mostrou que planejamento, gestão e compromisso podem começar a mudar uma realidade que parecia impossível.
Talvez a maior ironia de todas seja esta: enquanto alguns esperavam o fracasso do programa, milhares de primaverenses esperavam apenas uma ligação dizendo que, finalmente, havia chegado a sua vez. E essa ligação, felizmente, aconteceu.
No fim, os fatos têm um defeito para quem vive da torcida contra: eles costumam falar mais alto do que qualquer discurso.
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