Polícia

PC cumpre ordens judiciais contra investigados por tráfico de drogas e prende 8 faccionados

Publicado em

Polícia

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira (15), a sexta fase da Operação Devastate para cumprimento de 20 ordens judiciais contra pessoas investigadas por integrar uma facção criminosa com atuação em Rosário Oeste. Ao todo, foram cumpridos oito mandados de prisão preventiva e 12 mandados de busca e apreensão no município.

As ordens judiciais foram expedidas pela Comarca de Rosário Oeste, com base em representações por medidas cautelares formuladas no curso das investigações, que apontaram indícios da participação dos alvos no tráfico de drogas na região.

A operação tem como objetivo intensificar o enfrentamento às facções criminosas instaladas no município, desarticulando a atuação dos investigados e enfraquecendo a estrutura da organização criminosa.

O trabalho é resultado de investigações conduzidas pela equipe da Delegacia de Rosário Oeste, que reuniram elementos indicando o envolvimento dos suspeitos com o comércio ilícito de entorpecentes em Rosário Oeste.

A ação contou com apoio de equipes da Regional de Várzea Grande e da Diretoria Metropolitana, que atuaram no cumprimento simultâneo dos mandados judiciais.

As investigações prosseguem para identificar outros integrantes da organização criminosa e aprofundar a apuração dos crimes relacionados ao tráfico de drogas e à atuação da facção no município.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Saiba quem é empresário acusado de perseguir e ameaçar delegado da PC em Cuiabá

Publicados

em

Conteúdo/ODOC – Foi identificado como Maike Koseki de Capua, de 41 anos, o empresário apontado pela Polícia Civil como responsável por perseguir e ameaçar um delegado que conduz investigações contra ele. O suspeito é alvo da Operação Autoritas, deflagrada na terça-feira (13), e é considerado foragido após não ser localizado pelos policiais.

Além das acusações de coação processual e ameaça, Maike também responde na Justiça por suposta participação em organização criminosa. Segundo as investigações, ele residia no condomínio de luxo Alphaville II, em Cuiabá, e se apresenta nas redes sociais como profissional dos setores de marketing e criptomoedas.

A Polícia Civil apurou que, depois de se tornar réu, o empresário passou a monitorar a rotina do delegado responsável pelas apurações que resultaram em seu indiciamento. Os investigadores afirmam ainda que ele acompanhava os deslocamentos da esposa, do filho e de outros familiares da autoridade policial, com o objetivo de intimidá-la e interferir no andamento da ação penal.

Durante a operação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva expedidos pela 7ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá. No entanto, o empresário não foi encontrado. A suspeita é de que tenha fugido para Goiânia (GO).

A ação foi realizada por equipes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco).

De acordo com a Polícia Civil, o nome Autoritas faz referência à autoridade legítima do Estado, representada pelos agentes públicos no exercício de suas funções, e simboliza o enfrentamento de tentativas de intimidação contra autoridades responsáveis pela persecução penal.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA