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Saiba quem é empresário acusado de perseguir e ameaçar delegado da PC em Cuiabá

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Conteúdo/ODOC – Foi identificado como Maike Koseki de Capua, de 41 anos, o empresário apontado pela Polícia Civil como responsável por perseguir e ameaçar um delegado que conduz investigações contra ele. O suspeito é alvo da Operação Autoritas, deflagrada na terça-feira (13), e é considerado foragido após não ser localizado pelos policiais.

Além das acusações de coação processual e ameaça, Maike também responde na Justiça por suposta participação em organização criminosa. Segundo as investigações, ele residia no condomínio de luxo Alphaville II, em Cuiabá, e se apresenta nas redes sociais como profissional dos setores de marketing e criptomoedas.

A Polícia Civil apurou que, depois de se tornar réu, o empresário passou a monitorar a rotina do delegado responsável pelas apurações que resultaram em seu indiciamento. Os investigadores afirmam ainda que ele acompanhava os deslocamentos da esposa, do filho e de outros familiares da autoridade policial, com o objetivo de intimidá-la e interferir no andamento da ação penal.

Durante a operação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva expedidos pela 7ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá. No entanto, o empresário não foi encontrado. A suspeita é de que tenha fugido para Goiânia (GO).

A ação foi realizada por equipes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco).

De acordo com a Polícia Civil, o nome Autoritas faz referência à autoridade legítima do Estado, representada pelos agentes públicos no exercício de suas funções, e simboliza o enfrentamento de tentativas de intimidação contra autoridades responsáveis pela persecução penal.

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Criança de 10 anos morre com tiro acidental na cabeça dentro de residência; polícia investiga

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Conteúdo/ODOC – Uma criança de 10 anos morreu após ser atingida por um tiro na cabeça na tarde desta quinta-feira (15), dentro de uma residência em Sinop. A Polícia Civil investiga a suspeita de disparo acidental.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 13h50, mas, quando a equipe de resgate chegou ao imóvel, a criança já estava morta.

Diante da situação, os militares acionaram a Polícia Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que realizaram os procedimentos necessários no local.

As circunstâncias da morte ainda são investigadas. Segundo a imprensa local, a principal suspeita é de que o disparo tenha ocorrido de forma acidental.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre quem seria o proprietário da arma ou como a criança teve acesso a ela.

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