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Saiba quem é empresário acusado de perseguir e ameaçar delegado da PC em Cuiabá

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Conteúdo/ODOC – Foi identificado como Maike Koseki de Capua, de 41 anos, o empresário apontado pela Polícia Civil como responsável por perseguir e ameaçar um delegado que conduz investigações contra ele. O suspeito é alvo da Operação Autoritas, deflagrada na terça-feira (13), e é considerado foragido após não ser localizado pelos policiais.

Além das acusações de coação processual e ameaça, Maike também responde na Justiça por suposta participação em organização criminosa. Segundo as investigações, ele residia no condomínio de luxo Alphaville II, em Cuiabá, e se apresenta nas redes sociais como profissional dos setores de marketing e criptomoedas.

A Polícia Civil apurou que, depois de se tornar réu, o empresário passou a monitorar a rotina do delegado responsável pelas apurações que resultaram em seu indiciamento. Os investigadores afirmam ainda que ele acompanhava os deslocamentos da esposa, do filho e de outros familiares da autoridade policial, com o objetivo de intimidá-la e interferir no andamento da ação penal.

Durante a operação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva expedidos pela 7ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá. No entanto, o empresário não foi encontrado. A suspeita é de que tenha fugido para Goiânia (GO).

A ação foi realizada por equipes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco).

De acordo com a Polícia Civil, o nome Autoritas faz referência à autoridade legítima do Estado, representada pelos agentes públicos no exercício de suas funções, e simboliza o enfrentamento de tentativas de intimidação contra autoridades responsáveis pela persecução penal.

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PF investiga se avião que caiu em MT com 120 kg de cocaína e matou 2 pessoas veio da Bolívia

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A Polícia Federal acompanha as investigações relacionadas à localização de uma aeronave acidentada em Reserva do Cabaçal/MT, ocorrência que resultou na apreensão de, aproximadamente, 120 kg de cloridrato de cocaína.

A ocorrência teve início após informações repassadas pela Polícia Militar de Mato Grosso, que localizou a aeronave e identificou a existência de entorpecentes no local. Diante disso, o material apreendido foi encaminhado à Delegacia de Polícia Federal em Cáceres/MT, responsável pela condução das investigações.

Policiais estiveram no local, nesta terça-feira, (14), para realização dos levantamentos periciais em conjunto com a Politec, a fim de esclarecer as circunstâncias do acidente, identificar a aeronave e os dois ocupantes encontrados sem vida, bem como reunir elementos que subsidiem a investigação.

As informações preliminares indicam indícios da prática de tráfico internacional de drogas. A suspeita é de que a carga ilícita tenha ingressado no território nacional proveniente da Bolívia, hipótese que será devidamente apurada no curso das investigações.

A Polícia Federal instaurará inquérito policial para apurar os fatos, especialmente a possível prática do crime de tráfico internacional de drogas, além de identificar todos os envolvidos na organização criminosa responsável pelo transporte da carga.

A identificação da aeronave, das vítimas e a confirmação das circunstâncias da ocorrência dependem da conclusão dos exames periciais realizados pela Polícia Federal e pela Politec.

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