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Foragido por perseguir delegado em MT, empresário tem nova prisão decretada por estupro

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G1 – A Justiça de Mato Grosso decretou a prisão preventiva do empresário Maike Koseki de Capua, de 41 anos, acusado de estupro. A decisão foi assinada pelo juiz Marcos Faleiros da Silva, em substituição legal, nesta terça-feira (21), em Cuiabá. O magistrado determinou a expedição do mandado de prisão e o recolhimento do investigado a uma unidade prisional.

Na decisão, o juiz apontou que estão presentes os requisitos para a prisão preventiva, como indícios da prática do crime e a necessidade de garantir a aplicação da lei penal e a regularidade da instrução criminal, conforme os artigos 311, 312 e 313 do Código de Processo Penal.

Após o cumprimento da ordem judicial, a autoridade policial deverá comunicar imediatamente a prisão ao juízo responsável para a realização dos procedimentos legais, incluindo a audiência de custódia, quando cabível.

Maike já era considerado foragido da Justiça desde o último dia 14, quando passou a ser procurado pela Polícia Civil por suspeita de monitorar a rotina de um delegado responsável por investigá-lo em um caso de organização criminosa, em Cuiabá. Segundo as investigações, ele também teria perseguido a esposa e o filho do policial.

Além desse inquérito, o empresário responde por crimes de organização criminosa, lavagem de capitais e coação no curso do processo.

O nome de Maike também aparece em outra investigação. Uma empresária de Goiânia denunciou à Polícia Civil de Goiás ter sido vítima de extorsão e ameaças supostamente praticadas por ele.

Até a publicação desta reportagem, o empresário continuava foragido e não havia sido localizado pelas autoridades.

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Operação da PC mira mira grupo ligado ao tráfico de drogas em cidades de MT e prende três bandidos

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (23), a Operação Asfixia para desarticular um grupo investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e associação criminosa em Rondonópolis e Poxoréu. 

Foram cumpridos 8 mandados judiciais, sendo 3 de prisão preventiva e 5 de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo) Polo de Rondonópolis. 

Durante o cumprimento das ordens judiciais, os policiais apreenderam porções de entorpecentes, aparelhos celulares, dinheiro, balanças de precisão e outros materiais que serão analisados e incorporados ao inquérito policial. 

Segundo a Polícia Civil, a operação integra as ações de enfrentamento ao tráfico de drogas e às facções criminosas que atuam na região, com o objetivo de desarticular a estrutura da organização criminosa e responsabilizar os envolvidos.

A ação contou com apoio das equipes das Delegacias de Polícia de Primavera do Leste e de Poxoréu. 

Investigação

As investigações tiveram início após a prisão em flagrante de um homem por tráfico de drogas em Rondonópolis. Na ocasião, os policiais apreenderam entorpecentes, balanças de precisão, dinheiro, celulares e outros objetos utilizados na atividade criminosa. 

Com a análise do conteúdo armazenado nos aparelhos celulares apreendidos, a Polícia Civil identificou outros suspeitos ligados ao esquema de tráfico, cuja atuação estaria concentrada no bairro Bom Pastor, em Rondonópolis. 

O avanço das diligências permitiu reunir provas que fundamentaram o pedido das medidas cautelares, autorizadas pela Justiça e cumpridas durante a Operação Asfixia. 

As investigações continuam para identificar outros possíveis integrantes do grupo criminoso e aprofundar a apuração dos fatos.

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