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Centro Histórico de São Luís recebe festival de música indígena

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São Luís do Maranhão recebe a partir desta terça-feira mais uma edição do festival Indígena.br, que celebra e valoriza a diversidade musical dos povos originários.

As apresentações acontecem no Centro Cultural Vale Maranhão, que fica no centro histórico da capital.

Elas fazem parte da programação do Agosto Indígena, mês dedicado a destacar a luta, a resistência, a cultura e o protagonismo dos povos originários, que tem como data principal o Dia Internacional dos Povos Indígenas, celebrado em 9 de agosto.

Nesta terça-feira, o centro cultural recebe a partir das 18h30 a roda de conversa “Mulheres Indígenas em Cena: cantos, territórios e resistências”, com participação de Cintia Guajajara, Kaê Guajajara e Djuena Tikuna, onde serão compartilhados cantos, memórias, saberes e experiências ligadas aos seus territórios.

Em seguida, haverá a exibição de documentários que abordam histórias, cantos e práticas ancestrais do povo Guajajara, que vive em territórios localizados nas cidades maranhenses de Alto Alegre do Pindaré e Amarante.

O primeiro dia de festival será encerrado com o show da cantora, compositora, atriz, escritora e ativista indígena maranhense Kaê Guajajara.

O festival de músicas indígenas terá ainda apresentação do coletivo Japua Awa Guajá, da cantora Tainara Takua, e do Ritual Yamurikumã, com presença do coletivo Tecedoras do Território Xingu e participação do cacique Tafukmã Kalapalo.

Outro destaque do Indígena.br é o curso “Sons e Vozes dos Povos Originários”, onde, ao longo de quatro encontros, serão conduzidas escutas, contextualizações e práticas musicais que envolvem canto, território, espiritualidade, memória e resistência cultural, tendo como eixo central o diálogo com os artistas indígenas convidados do festival. O curso é aberto ao público e sem necessidade de inscrição prévia.

Até a próxima sexta-feira, a programação — que está disponível no Instagram @centroculturalvalemaranhao — contará ainda com oficina “Canto da Floresta”, exposição, demonstração de pinturas corporais do Xingu, exibição de documentários e bate-papo com realizadores indígenas, entre outros eventos.

*Com sonoplastia de Jailton Sodré




Fonte: EBC Cultura

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No Rio, cinema africano é tema da mostra Espelhos d’África

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O cinema africano, que vem ganhando destaque mundial, é o tema da mostra Espelhos d’África, em cartaz a partir desta terça-feira (3) na Caixa Cultural Rio de Janeiro. O evento reúne produções cinematográficas do continente e atividades paralelas, como debates e oficinas, que aproximam o público de realizadores e pesquisadores.

Pela primeira vez na capital fluminense, a iniciativa busca ampliar o acesso do público brasileiro ao cinema feito na África, apresentando diferentes perspectivas sobre o continente. Entre os temas abordados estão memória, relações familiares e transformações sociais.

Entre os debates que fazem parte da programação estão: Cinema africano contemporâneo, narrativas e representações; Memória, tradição e identidade no cinema africano; e Corpo, dança e memória. Outra atração do evento são oficinas voltadas para o público infantil, como Imagens que Contam: Histórias Africanas em Cena; e Cinema e Natureza em Cabo Verde: Histórias que saem da Tela.

Todas as sessões têm entrada franca, com distribuição de ingressos na bilheteria 30 minutos antes de cada exibição. A mostra vai até o dia 15 de novembro.


Fonte: EBC Cultura

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