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VÍDEO: Elson Ramos declara apoio a Max Russi e diz que sonho de disputar o Governo “está próximo”

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Cuiabá

O empresário cuiabano Elson Ramos, fundador da rede de restaurantes Ditado Popular, declarou apoio ao deputado estadual Max Russi durante a convenção do Podemos realizada nesta terça-feira (4) e afirmou que acredita que o presidente estadual da legenda ainda poderá disputar o Governo de Mato Grosso.

Elson chegou a ser citado nos bastidores como uma das alternativas do partido para uma candidatura própria ao Palácio Paiaguás, mas, durante o evento, reforçou o alinhamento com Russi e destacou a força política da sigla.

“Parabéns, André, bonita festa, dois dias conturbados, mas eu acho que o Podemos, Max, é muito forte. O Max é um grande líder. Tenho certeza que o nosso projeto vai sair muito vitorioso”, afirmou.

Em discurso aos filiados e candidatos do partido, o empresário declarou lealdade ao deputado e disse que pretende contribuir para o fortalecimento do grupo nas eleições de 2026.

“Max, eu tenho certeza, você é um grande líder, um companheiro, você conta com a minha lealdade. Eu quero falar para todos os candidatos que estão aqui no Podemos, que podem votar comigo, nossa candidata. A gente vai, com certeza, eleger de seis a sete estaduais”, declarou.

Elson também projetou o crescimento da legenda na disputa proporcional e afirmou acreditar que o partido poderá conquistar representantes na Câmara Federal.

Durante a fala, o empresário fez referência ao futuro político de Max Russi e disse que a possibilidade de o deputado disputar o comando do Estado ainda pode se concretizar.

“Esse sonho, o dia de você estar disputando o governo do estado, ele está bem próximo, e você vai contar comigo e com a minha lealdade”, afirmou.

A declaração ocorre no momento em que o Podemos encerra as especulações sobre uma candidatura própria ao Governo de Mato Grosso. Mais cedo, Max Russi afirmou que a sigla não deve lançar nome ao cargo e que trabalha para definir qual candidatura majoritária irá apoiar. A decisão deve ser anunciada após as discussões internas durante a convenção.

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Jayme volta a falar em traição no União e diz que candidatura foi derrotada pelo “poder econômico”

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O senador Jayme Campos (União) voltou a afirmar, nesta terça-feira (4), que foi traído durante a convenção estadual do União Brasil, realizada no último dia 30 de julho, quando teve rejeitada sua pré-candidatura ao Governo de Mato Grosso. Durante discurso na convenção estadual do MDB, o parlamentar também levantou suspeitas sobre a atuação do poder econômico na disputa interna da legenda.

Ao relembrar o processo de escolha do candidato ao Governo, Jayme afirmou que saiu politicamente fortalecido, apesar da derrota, e destacou que enfrentou pressões durante a convenção.

“Enfrentei uma convenção há menos de quatro dias atrás. Tenho a certeza de que saí muito maior do que entrei. Não corri, não ajoelhei.”

Na sequência, o senador voltou a questionar a condução da disputa e afirmou que interesses financeiros influenciaram o resultado. Sem citar nomes, também levantou dúvidas sobre a origem dos recursos empregados contra sua candidatura.

“Enfrentei um poderio econômico. Não sabemos de onde saiu esse dinheiro que foi gasto contra a candidatura de Jayme.”

Mesmo após o embate interno no União Brasil, Jayme confirmou apoio à pré-candidatura de Wellington Fagundes (PL) ao Governo de Mato Grosso e à candidatura de Janaina Riva (MDB) ao Senado Federal. Segundo ele, a aliança representa uma alternativa para o Estado.

“A história nós vamos mudar com a eleição de Wellington Fagundes e Janaína Riva para o Senado.”

O senador afirmou ainda que ele e a ex-prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos, participaram da convenção para oficializar apoio às candidaturas.

“O que me traz hoje aqui, eu e minha esposa Lucimar, é hipotecarmos o nosso apoio incondicional à candidatura de Wellington Fagundes ao Governo e de Janaína Riva ao Senado.”

Durante o discurso, Jayme também criticou o cenário político atual e afirmou que interesses econômicos têm prevalecido sobre as necessidades da população. Para o senador, a coligação formada deve priorizar propostas voltadas às áreas de saúde, educação e segurança pública.

“A partir de hoje não existe MDB, não existe PL. O que existe é o partido do povo.”

Ao encerrar a fala, Jayme voltou a afirmar que o grupo enfrentará uma estrutura política e econômica robusta nas eleições de 2026, mas demonstrou confiança na vitória da chapa.

“Vamos enfrentar uma máquina. Vamos enfrentar um poderio econômico. Mas tenho a convicção de que Wellington será nosso futuro governador e Janaína nossa futura senadora.”

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