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Pivetta prevê entregar Hospitais Regionais em 2027 e cita avanços em MT

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*Pivetta prevê entregar Hospitais Regionais em 2027 e cita avanços em MTdisse que estado “chamou para si” os atendimentos complexos e resolveu a falta de infraestrutura

O governador e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), nesta quarta-feira (16) afirmou que os hospitais regionais em construção serão entregues até o final de 2027. Ele acrescentou que o governo está providenciando os mobiliários e equipamentos necessários para o funcionamento das unidades.

Durante entrevista à TV Centro América, Pivetta citou que os hospitais regionais de Juína, Confresa, Júlio Müller e Tangará da Serra estão com obras quase concluídas. Ele lembrou que, ao assumir o núcleo do governo, Mato Grosso enfrentava carência dos serviços de saúde.

“Os que estão começados, serão terminados até o final do ano que vem. Tem cerca de 70% a 80% das obras feitas. Estamos providenciando mobiliário e comprando os equipamentos. É importante lembrar que não tínhamos infraestrutura de saúde de alta complexidade em Mato Grosso. Em Cuiabá, não tínhamos hospital”, relatou.

Pivetta acrescentou que, nos últimos anos, o Governo do Estado visou “subir o sarrafo” da saúde. Como exemplo, referenciou a construção e entrega do Hospital Central, que classificou como a melhor unidade pública do Brasil. Ela é administrada pela Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.

Com investimento superior a R$ 220 milhões, o Hospital Central tem 32 mil m² de área construída com 287 leitos de internação e 10 salas cirúrgicas. As obras da unidade estavam paralisadas e, após o ex-governador Mauro Mendes (União) e Pivetta assumirem a gestão estadual em 2019, foram concluídas e entregues no ano de 2025.

“Inauguramos o Hospital Central, que é o melhor hospital público do Brasil. Ficou 34 anos parado e está funcionando sob a gestão do Einstein, que é uma das empresas mais conceituadas do mundo em gestão hospitalar. Trouxemos o Einstein justamente por isso: para subir o sarrafo da qualidade de saúde no estado de Mato Grosso”, ressaltou.

Além disso, Pivetta considerou que Mato Grosso “chamou para si” os atendimentos de alta complexidade da saúde. Ele acrescentou que os hospitais regionais terão o mesmo nível de qualidade do Hospital Central.

“Os hospitais regionais que estamos entregando são do mesmo padrão do Hospital Central. O Estado de Mato Grosso, definitivamente, chamou para si a responsabilidade da alta complexidade. Estamos construindo e prestando serviços”, completou.

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Dr. João relembra luta para manter portas da Santa Casa abertas e origem de expressão ‘de chapa e cruz’

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Primeiro-secretário da ALMT esteve à frente das discussões sobre o futuro da unidade e defendeu a continuidade dos atendimentos, principalmente em oncologia e nefrologia

A luta para impedir o fechamento da Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá marcou uma das principais atuações recentes do deputado estadual, primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e candidato à reeleição Dr. João (MDB) na área da saúde. O parlamentar participou diretamente das articulações para preservar os atendimentos e evitar que pacientes fossem prejudicados durante a discussão sobre o futuro da unidade.

Em maio de 2025, Dr. João liderou audiência pública na Assembleia para debater a situação do hospital. À época, uma das principais preocupações era garantir atendimento aos pacientes da oncologia, radioterapia, quimioterapia e nefrologia antes de qualquer mudança na estrutura. O deputado também defendeu a criação de um grupo de trabalho para acompanhar a transição e buscar alternativas para a unidade.

“Quando começou essa discussão, nossa preocupação era com as pessoas. Não dava para simplesmente fechar uma porta onde centenas de pacientes faziam tratamento e dizer que depois encontraríamos uma solução. Era preciso garantir continuidade, principalmente para quem enfrentava câncer, hemodiálise e outros tratamentos de alta complexidade”, afirmou Dr. João.

Meses depois, em agosto de 2025, após conversa com o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o ex-governador Mauro Mendes (União), Dr. João anunciou publicamente que a Santa Casa não fecharia.

A solução definitiva avançou em 2026. O Governo do Estado adquiriu o prédio por R$ 30 milhões, após acordo com os credores e validação da Justiça do Trabalho. A compra, concluída em junho, garantiu a continuidade dos atendimentos e abriu caminho para ampliação dos serviços especializados.

“Hoje vemos que valeu a pena insistir. A Santa Casa permaneceu aberta, o Estado assumiu definitivamente a estrutura e os serviços essenciais foram preservados. Essa sempre foi nossa defesa: não deixar Cuiabá perder um hospital com tanta história e importância para a saúde pública”, destacou.

Santa Casa e o ‘de chapa e cruz’

Durante as discussões, Dr. João também relembrou a ligação histórica da Santa Casa com a identidade de Cuiabá e com a conhecida expressão “de chapa e cruz”.

“A expressão cuiabana ‘de chapa e cruz’ é diferente do que muitos pensam. Na verdade, ela é feita para pessoas que nasceram na Santa Casa de Cuiabá. Quando as crianças nasciam, era colocada uma placa metálica, dai vem o de chapa. Quem nascia na Santa Casa, tinha na placa também uma cruz, já que a unidade era cuidada por freiras”, explicou Dr. João.

Para Dr. João, a história reforça que a unidade ultrapassa sua função hospitalar.

“A Santa Casa faz parte da memória de Cuiabá. Muitas famílias têm alguma história ligada àquele hospital. Quando falamos em preservar a Santa Casa, estamos falando de saúde, mas também de uma parte importante da história da nossa Capital”, afirmou.

A Santa Casa havia enfrentado grave crise financeira e fechou como instituição filantrópica em 2019. O Governo do Estado requisitou o prédio naquele mesmo ano e manteve os atendimentos como Hospital Estadual Santa Casa até concluir a aquisição definitiva em 2026.

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