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Dr. João cresce em pesquisa e segue isolado como primeiro do MDB na disputa pela ALMT

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DATA INDEX

Primeiro-secretário da Assembleia passou de 1,75% para 1,88% na pesquisa espontânea; levantamento foi divulgado nesta terça-feira (29)

O deputado estadual, primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e candidato à reeleição Dr. João (MDB) apresentou crescimento na nova pesquisa Data Index divulgada nesta terça-feira (29). Na consulta espontânea para deputado estadual, o parlamentar passou de 1,75% para 1,88% das intenções de voto entre os dois levantamentos mais recentes do instituto.

No levantamento divulgado nesta terça-feira, Dr. João alcançou 1,88%. Max Russi registra 2,82%, Dilmar Dal Bosco 2%, enquanto Lúdio Cabral e Beto Dois a Um aparecem com 1,94% cada.

Com 1,88%, Dr. João também aparece com o maior percentual entre os candidatos do MDB citados nessa faixa da pesquisa. Eduardo Botelho registra 1,81%, enquanto Thiago Silva, Léo Bortolin e Jéssica Riva aparecem com 1,69% cada.

O novo resultado representa uma variação positiva de 0,13 ponto percentual para Dr. João em relação ao levantamento divulgado na semana anterior. Na pesquisa realizada entre 17 e 20 de setembro, ele aparecia com 1,75% das intenções espontâneas de voto.

A pesquisa anterior ouviu 1.600 eleitores e estava registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o número MT-04351/2026, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

“Recebo esses números com gratidão, mas principalmente com responsabilidade. Estamos chegando à reta final e seguimos trabalhando, conversando com as pessoas e mostrando aquilo que construímos durante os nossos mandatos. Pesquisa é um retrato daquele momento. Nosso foco continua sendo levar nossa mensagem a cada município e buscar a confiança do eleitor até o último dia”, afirmou Dr. João.

Por se tratar de uma pesquisa espontânea, os entrevistadores não apresentam aos eleitores uma lista com os nomes dos candidatos. Cada participante responde livremente em quem pretende votar para deputado estadual. O próprio levantamento destaca que esse formato também mede o grau de lembrança dos nomes durante a campanha.

Dr. João disputa neste ano o terceiro mandato na Assembleia Legislativa. Médico e com a saúde como principal eixo de atuação parlamentar, ele também ocupa atualmente a Primeira-Secretaria da ALMT.

A nova pesquisa Data Index ouviu 1.600 eleitores entre os dias 24 e 27 de setembro de 2026, em Mato Grosso. A margem de erro informada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número MT-09140/2026.

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Davi marca para terça votação da PEC da Segurança

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, marcou para terça-feira (3) a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/2025, que amplia a integração entre os órgãos de segurança pública para o combate ao crime organizado. A ordem do dia está agendada para as 16h e tem outros quatro itens na pauta (leia mais abaixo).

A PEC da Segurança Pública foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em 14 de outubro. No mesmo dia, o Plenário aprovou um requerimento (RQS 713/2026) que permite acelerar a tramitação da matéria. O calendário especial dispensa as cinco sessões de discussão exigidas para a votação da proposta em primeiro turno e outras três necessárias para o segundo turno.

A PEC 18/2025, apresentada pelo Poder Executivo, reorganiza o sistema de segurança pública, estabelece novas competências entre os entes da Federação e fortalece a integração entre os órgãos responsáveis pelo setor. O texto prevê mais recursos para a área, com a inclusão do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) na Constituição.

O relator da PEC na CCJ, senador Rogério Carvalho (PT-SE), alterou o texto aprovado pela Câmara dos Deputados e acatou 4 das 81 emendas apresentadas pelos senadores. Rogério Carvalho retirou, por exemplo, um artigo que destinava recursos das apostas esportivas — conhecidas como bets — para os fundos de segurança pública. Ele manteve a destinação de 10% do superávit do Fundo Soberano do Pré-Sal para o setor.

A PEC 18/2025 cria um regime penal mais rigoroso e proporcional à posição hierárquica de líderes e integrantes de facções, organizações paramilitares e milícias. O regime prevê, entre outras medidas: 

  • prisão obrigatória em presídio de segurança máxima;
  • restrição à progressão de regime e a benefícios processuais;
  • possibilidade de confisco de bens ligados à atividade criminosa, sem indenização;
  • responsabilização de pessoas jurídicas envolvidas; 
  • proteção a denunciantes e seus familiares.

Emendas de Plenário

Até a sexta-feira (30), a PEC da Segurança Pública havia recebido cinco emendas de Plenário. Duas delas alteram as regras da maioridade penal.

O senador Camilo Santana (PT-CE) sugere a redução de 18 anos para 16 anos nos casos de crimes hediondos. O senador Rogério Marinho (PL-RN) defende a alteração de 18 anos para 16 anos como regra geral e, nos casos de crimes hediondos, tortura, tráfico de drogas e terrorismo, para 14 anos.

O senador Carlos Portinho (PL-RJ) propõe uma emenda para destinar às Forças Armadas recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública. O dinheiro deve ser aplicado em ações de defesa civil, combate a crimes transfronteiriços e ambientais e operações de garantia da lei e da ordem.

Uma emenda do senador Eduardo Gomes (PL-TO) inclui os agentes de trânsito entre os órgãos de segurança pública previstos na Constituição e atribui a eles o patrulhamento viário de natureza policial de trânsito. Outra sugestão do parlamentar inclui os órgãos estaduais e distrital do sistema socioeducativo entre os órgãos de segurança pública.

Outros itens

O Plenário pode votar ainda dois projetos de decreto legislativo que aprovam acordos internacionais. O PDS 240/2011 trata da cooperação na área de Defesa entre Brasil e Guiana, enquanto o PDL 575/2026 aborda a cooperação em Ciência e Tecnologia Espacial entre Brasil e Venezuela.

Os senadores também podem votar o projeto de lei (PL) 5.782/2023, que cria a campanha Setembro em Flor, destinada à conscientização sobre os tumores ginecológicos. Os cânceres ginecológicos — como tumores malignos no útero, ovários, vagina e vulva — estão entre as principais causas de adoecimento e morte de mulheres por neoplasias.

Outro item na pauta é o PL 186/2025, que prevê a realização de cursos, campanhas e palestras científicas para promover a parentalidade positiva. A parentalidade positiva é uma abordagem de educação e criação dos filhos baseada no respeito mútuo, no afeto, no diálogo e no estabelecimento de limites, sem recorrer à violência física ou psicológica.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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