A pesquisa mais recente foi realizada pela Data Index com 1.600 eleitores entre os dias 24 e 27 de setembro de 2026. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro máxima estimada em aproximadamente 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada sob o número MT-09140/2026 e foi contratada pelo Jornal e Site Estadão Mato Grosso.
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Samantha do Abilio é a mulher mais lembrada para a Assembleia
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A vereadora por Cuiabá e candidata a deputada estadual Samantha do Abilio (PL) aparece como a mulher com maior percentual numérico na nova pesquisa do Instituto Data Index para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Ela foi citada espontaneamente por 1,81% dos eleitores.
Samantha aparece à frente numericamente das demais candidatas mulheres que figuram entre os nomes mais lembrados no levantamento. Jéssica Riva registra 1,69%, enquanto Alessandra Ferreira aparece com 1,63%.
À frente aparecem Max Russi, com 2,82%; Dilmar Dal Bosco, com 2%; Lúdio Cabral e Beto Dois a Um, com 1,94%; e Dr. João, com 1,88%.
O desempenho mantém Samantha entre os nomes mais citados espontaneamente para a Assembleia. Na rodada anterior da Data Index, realizada entre 17 e 20 de setembro, ela também havia registrado 1,81%, ficando numericamente à frente das demais mulheres mencionadas naquele levantamento.
Samantha é vereadora por Cuiabá, primeira-dama da Capital e concorre pelo PL a uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa.
Por se tratar de pesquisa espontânea, os entrevistados disseram em quem pretendem votar sem receber uma lista prévia de candidatos.

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TCE descobre R$ 115 mil em multas sem responsáveis e pune ex-prefeito de Poconé
O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) apontou falhas no controle da frota da Prefeitura de Poconé e responsabilizou três ex-gestores da administração municipal. Entre os problemas identificados está o acúmulo de mais de R$ 115 mil em multas de trânsito sem que o município instaurasse procedimentos para identificar os responsáveis pelas infrações e buscar o ressarcimento dos valores aos cofres públicos.
A representação foi julgada procedente pelo Tribunal, que aplicou multa individual de R$ 2,9 mil ao ex-prefeito Tatá Amaral, ao ex-secretário municipal de Infraestrutura, Ney Rondon, e ao ex-diretor de Transporte, Naudson Luis Bastos de Andrade. Juntas, as penalidades chegam a aproximadamente R$ 8,7 mil.
A auditoria identificou ainda problemas na própria utilização dos veículos oficiais. Segundo o TCE, 47 pessoas conduziam carros da Prefeitura sem autorização formal ou sem estarem oficialmente investidas na função de motorista.
Durante a análise, foram verificadas 68 carteiras de habilitação. Apenas 21 pertenciam a pessoas registradas formalmente como motoristas do município.
Falhas iam além das multas
O levantamento apontou outras deficiências na administração da frota, como ausência de controle individualizado de abastecimento e manutenção, falta de vistorias e checklists e veículos com licenciamento vencido.
Também foram identificadas falhas no controle de peças e o descumprimento de uma determinação anterior do próprio Tribunal de Contas. Para o relator do processo, conselheiro Alisson Alencar, o conjunto das irregularidades ultrapassou uma simples falha administrativa.
Na decisão, ele classificou a conduta dos gestores como marcada por “evidente desídia” na administração da frota e na proteção do patrimônio público. “A extensão das falhas identificadas, a natureza elementar dos controles negligenciados e, sobretudo, a persistência das irregularidades mesmo após a atuação da Unidade de Controle Interno e desta Corte de Contas afastam a hipótese de mero equívoco administrativo.”
Ainda conforme o relator, as circunstâncias caracterizaram erro grosseiro suficiente para responsabilizar os três ex-gestores.
Ex-prefeito apresentou defesa
Durante o processo, Tatá Amaral contestou as conclusões da auditoria e afirmou que o relatório do Controle Interno apontava apenas fragilidades no controle de abastecimento da frota.
A defesa sustentou que não havia comprovação de desvio de recursos, dano ao erário ou irregularidade praticada por agentes específicos. O ex-prefeito também alegou não ter agido com dolo ou erro grosseiro e questionou a necessidade de abertura de sindicância, processo administrativo ou tomada de contas.
Tatá Amaral e Ney Rondon apresentaram defesa dentro do prazo. Naudson Bastos, embora regularmente citado, não se manifestou e teve a revelia decretada pelo Tribunal.
Prefeitura terá 180 dias para corrigir falhas
Além das multas aos ex-gestores, o TCE determinou que a atual administração de Poconé adote medidas para melhorar o controle da frota municipal.
A Prefeitura terá 180 dias para implementar os procedimentos determinados pelo Tribunal.
Entre as medidas está a abertura de processos para identificar os responsáveis pelas infrações de trânsito, calcular os valores envolvidos e adotar providências para tentar recuperar os recursos aos cofres públicos.
A determinação também busca evitar a repetição das falhas apontadas durante a fiscalização.
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