Mato Grosso

Pivetta bate 54% dos votos válidos e pode vencer no 1º turno neste domingo

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) chega à véspera da eleição liderando os principais levantamentos de intenção de voto divulgados em Mato Grosso.

Na pesquisa Quaest, divulgada neste sábado (3), o candidato à reeleição alcançou 54% dos votos válidos, percentual suficiente para vencer a disputa no primeiro turno. O cenário de vitória neste domingo (4) também aparece nos levantamentos Paraná Pesquisas, MT Dados e AtlasIntel.

Considerando apenas os votos válidos, Pivetta oscila entre 50,6% e 54,3% nas quatro pesquisas mais recentes apresentadas, sempre acima dos 50% necessários para encerrar a disputa sem segundo turno. Os institutos também mostram Wellington Fagundes (PL) e Doutora Natasha Slhessarenko (PSD) disputando as posições seguintes.

Wellington aparece em segundo lugar no Paraná Pesquisas, MT Dados e Quaest, enquanto a AtlasIntel aponta Natasha numericamente à frente do senador. Esses levantamentos foram realizados nos últimos dias de setembro e primeiros dias de outubro, com amostras que variam de 1.194 a 3.080 entrevistados.

As margens de erro ficam entre dois e três pontos percentuais. Veja os resultados: QUAEST A pesquisa Quaest mostra Pivetta com 54% dos votos válidos.

Wellington Fagundes aparece com 28%, enquanto Doutora Natasha registra 13%. No cenário estimulado, considerando todos os entrevistados, Pivetta tem 40%, Wellington, 20%, e Natasha, 11%. Os indecisos representam 19%, enquanto brancos, nulos e aqueles que afirmam que não irão votar somam 6%. O levantamento ouviu 1.800 eleitores nos dias 2 e 3 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MT-02649/2026. *ATLASINTEL* Na AtlasIntel, Pivetta alcança 54,3% dos votos válidos, maior percentual entre os quatro levantamentos. Natasha aparece com 24,3%, enquanto Wellington registra 19,6%. Quando considerados todos os entrevistados, Pivetta soma 52,2%, Natasha tem 23,4% e Wellington, 18,9%. Brancos e nulos representam 1,2% e os indecisos, 2,6%. A AtlasIntel entrevistou 1.194 eleitores entre 27 de setembro e 2 de outubro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o número MT-00323/2026. *PARANÁ PESQUISAS* O levantamento do Paraná Pesquisas aponta Pivetta com 51,6% dos votos válidos. Wellington aparece com 30,1%, seguido por Natasha, com 17,2%. No cenário estimulado com o total de entrevistados, Pivetta registra 46,4%, Wellington tem 27,1% e Natasha soma 15,5%. Brancos e nulos representam 5,2%, enquanto 4,7% não souberam ou não opinaram. Foram entrevistados 1.352 eleitores, em 54 municípios, entre os dias 27 e 29 de setembro. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número MT-02094/2026. *MT DADOS* A pesquisa MT Dados mostra Pivetta com 50,6% dos votos válidos, também indicando possibilidade de vitória no primeiro turno. Wellington aparece com 27,7%, enquanto Natasha registra 16,9%. Considerando todos os entrevistados, Pivetta tem 42%, Wellington, 22%, e Natasha, 14%.

Os indecisos ou aqueles que não souberam responder representam 11%, enquanto brancos e nulos somam 6%. O levantamento ouviu 3.080 eleitores entre 25 e 30 de setembro, a maior amostra entre as quatro pesquisas.

A margem de erro informada é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número MT-07362/2026.

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Mato Grosso

Zé Medeiros é eleito Senador de Mato Grosso com 27,46% dos votos

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O deputado federal Zé Medeiros (PL) foi eleito senador por Mato Grosso neste domingo (4), com mais de 940 mil votos, o equivalente a 27,46% dos votos, e voltará ao Senado Federal para um mandato de oito anos.

Natural de Caicó (RN), José Antonio dos Santos Medeiros tem 56 anos e construiu sua trajetória política em Mato Grosso. Antes de ingressar na política, foi policial rodoviário federal e professor de Matemática.

Medeiros já exerceu mandato como senador por Mato Grosso entre 2015 e 2018. Em 2018, foi eleito deputado federal pela primeira vez, com 82.528 votos, e foi reeleito em 2022, com 82.182 votos. Agora, retorna ao Senado para representar o Estado pelos próximos oito anos.

Durante sua trajetória no Congresso Nacional, Medeiros concentrou sua atuação em pautas como segurança pública, defesa do direito de propriedade, agronegócio, regularização fundiária e ambiental, desenvolvimento econômico, tributação e liberdade de expressão no ambiente digital.

Na Câmara dos Deputados, também exerceu funções de liderança, entre elas a vice-liderança da Minoria no Congresso Nacional e posições de vice-liderança do PL, da Minoria e da Oposição.

Entre suas principais pautas legislativas estão o combate à criminalidade e o aperfeiçoamento da legislação penal, a defesa da propriedade e da posse, o fortalecimento do agronegócio, a regularização fundiária e ambiental, medidas voltadas ao desenvolvimento econômico e tributário e propostas relacionadas à liberdade de expressão e ao ambiente digital.

Ao longo dos mandatos como deputado federal, Medeiros também articulou recursos e apresentou emendas e indicações para municípios de Mato Grosso, principalmente nas áreas de saúde, infraestrutura, cultura, assistência social e desenvolvimento regional.

Durante a campanha ao Senado, Medeiros apresentou como prioridades o desenvolvimento de Mato Grosso, a redução de entraves ao setor produtivo, segurança pública, agronegócio e desenvolvimento econômico. Também adotou um discurso firme contra o que considera abusos cometidos por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), defendendo maior atuação do Senado na fiscalização da Corte e a abertura de processos de impeachment contra ministros quando houver, em sua avaliação, violação da Constituição.

Com a eleição, Medeiros retorna ao Senado e passa a representar Mato Grosso novamente no Congresso Nacional, desta vez para um mandato de oito anos.

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