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Operação Lei Seca na Avenida do CPA resulta em 7 prisões e 49 veículos removidos

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A Operação Lei Seca, realizada na madrugada desta sexta-feira (6), em Cuiabá, terminou com sete pessoas presas, 49 veículos removidos e 60 motoristas multados. A fiscalização foi promovida na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Av. do CPA), no bairro Araés, em ambos os sentidos da via.

Entre as prisões por embriaguez ao volante, cinco condutores foram autuados em flagrante. Uma das prisões contou com o agravante de participação em rachas ou exibição de manobra perigosa em via pública e desobediência; outra teve como agravante a ausência de permissão para dirigir, além do enquadramento por consumo de drogas.

A fiscalização registrou ainda uma prisão por adulteração de sinal identificador de veículo e outra por desobediência e resistência.

Durante a ação integrada, os agentes fiscalizaram 155 veículos e aplicaram 157 testes de alcoolemia, resultando na confecção de 67 Autos de Infração de Trânsito (AITs).

Do total de infrações, 39 foram aplicadas a condutores que dirigiam veículos sem registro ou não licenciados, seis por condução sob efeito de álcool, 12 por dirigir sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e sete por recusa ao teste do bafômetro. Outras três infrações foram registradas por diferentes irregularidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Dos 49 veículos removidos para o pátio, 35 eram carros e 14 eram motocicletas.

A fiscalização contou com a atuação integrada de equipes do Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI/Sesp), do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), da Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), da Polícia Penal, da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), do Corpo de Bombeiros Militar e do Sistema Socioeducativo.

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Servidor da Câmara invade apartamento e agride namorado da ex em Cuiabá; presidência exonera

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Conteúdo/ODOC – O servidor da Câmara Municipal de Cuiabá Douglas Lackman foi exonerado nesta sexta-feira (6), após ser acusado de invadir o apartamento da ex-namorada e agredir o atual companheiro dela, um jovem de 22 anos. O caso ocorreu na tarde de quinta-feira (5), na Capital.

Douglas ocupava o cargo de chefe de Núcleo de Registro, na Secretaria de Apoio Legislativo, com salário de R$ 3,6 mil. A exoneração foi determinada pela Presidência da Câmara após tomar conhecimento da denúncia.

Conforme o boletim de ocorrência, o jovem estava dormindo ao lado da namorada quando o servidor teria entrado no apartamento e iniciado as agressões.

O suspeito teria conseguido acessar o condomínio por meio do sistema de reconhecimento facial, já que havia sido autorizado a entrar no local no dia anterior.

Segundo o relato da vítima à Polícia, Douglas não aceitava o fim do relacionamento com a mulher e teria cometido o ataque motivado por ciúmes.

A porta do apartamento estava destrancada após a saída de um amigo do casal, circunstância que teria facilitado a entrada do suspeito.

Durante a invasão, o jovem foi agredido e ameaçado. A namorada interveio para protegê-lo, colocando-se entre os dois e segurando o ex-companheiro até que as agressões fossem interrompidas.

A mãe da vítima denunciou o episódio nas redes sociais e demonstrou indignação com a violência sofrida pelo filho.

Na publicação, ela afirmou que o rapaz foi atacado simplesmente por estar se relacionando com a ex-namorada do suspeito. A mulher também cobrou providências das autoridades para que o caso não fique impune.

Exoneração

Em nota, a Câmara Municipal de Cuiabá informou que tomou conhecimento da ocorrência na manhã desta sexta-feira (6) e que a Presidência determinou a exoneração imediata de Douglas.

O servidor estava lotado na Secretaria de Apoio Legislativo desde 7 de julho deste ano.

O Legislativo afirmou que não compactua com qualquer forma de violência e manifestou confiança no trabalho das autoridades responsáveis pela investigação.

O caso será apurado pela Polícia Civil.

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