Cuiabá
Audiência vai debater efetividade da coleta seletiva em condomínios de Cuiabá
Cuiabá
Marcely Alves | Assessoria da vereadora Dra. Mara
A vereadora Dra. Mara realiza, nesta quarta-feira (5), às 14h, uma audiência pública no Plenário das Deliberações da Câmara Municipal de Cuiabá “Paulo Borges”, para debater a implantação e a efetividade da coleta seletiva de resíduos sólidos em condomínios residenciais da capital.
De acordo com a parlamentar, o objetivo é discutir estratégias que ampliem e tornem mais eficiente o processo de coleta seletiva dentro dos condomínios, promovendo a redução do volume de resíduos destinados aos aterros sanitários e fortalecendo práticas sustentáveis em toda a cidade.
“A audiência pública é um espaço fundamental para ouvir a população e construir soluções conjuntas que contribuam com o meio ambiente e com a qualidade de vida em Cuiabá”, destacou a vereadora Dra. Mara.
O debate contará com a presença de representantes do poder público municipal, especialmente da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e da Secretaria de Serviços Urbanos, além de síndicos, moradores, cooperativas de reciclagem e entidades da sociedade civil organizada.
A iniciativa está alinhada à Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), e o debate reforça o papel da Câmara Municipal de Cuiabá na construção coletiva de soluções, em consonância com a Lei Orgânica do Município e o artigo 37 da Constituição Federal, que asseguram a transparência e a participação social na administração pública.
A audiência é aberta à população e a participação da comunidade é fundamental para o fortalecimento das políticas ambientais em Cuiabá. O evento também será transmitido ao vivo pelos canais oficiais da Câmara Municipal, permitindo que mais cidadãos acompanhem e contribuam com o debate.
Fonte: Câmara de Cuiabá – MT
Cuiabá
Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora
O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.
Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.
“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.
Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.
Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.
Entenda o caso
A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.
A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.
Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.
O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.
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