Cuiabá

Vaga de adesivador paga R$ 2,6 mil; confira outras 361 oportunidades no Sine

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Cuiabá

O Sine Municipal de Cuiabá está com 362 oportunidades de emprego abertas nesta quarta-feira (27). As vagas abrangem diferentes áreas e níveis de experiência, com destaque para algumas funções com boa remuneração e benefícios.

Uma das oportunidades é para adesivador, com salário de R$ 2.600, além de ajuda de custo. Para concorrer à vaga, é necessário ter ensino médio completo e experiência comprovada em carteira. O profissional será responsável pela aplicação de adesivos em vitrines, veículos e placas.

Também estão disponíveis duas vagas para costureira em geral, que exigem experiência na função. O salário oferecido é de R$ 2.500, além de vale-transporte, ticket alimentação e premiação por produtividade.

Do total de vagas, 184 são destinadas a candidatos sem experiência, e três são exclusivas para pessoas com deficiência (PCDs). Entre as ocupações com maior número de oportunidades, destacam-se as de garçom, com 95 vagas, e pizzaiolo, com 50 vagas.

O Sine Municipal é administrado pela Secretaria Municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico.

Atendimento

Os interessados devem procurar o Sine, localizado na Travessa Celso Luís M. de Almeida, nº 45, bairro Poção, no prédio da Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho (Smat).

O horário de atendimento é das 8h às 17h.

Mais informações também podem ser obtidas pelo telefone e WhatsApp: (65) 99251-7480.

No local, também é oferecido atendimento ao Microempreendedor Individual (MEI), com apoio para abertura, regularização e encerramento do registro.

Serviços do Sine

O Sine Municipal realiza a intermediação de vagas de emprego e atendimento para solicitação do seguro-desemprego. Para ter acesso ao benefício, o trabalhador deve apresentar os documentos fornecidos pela empresa no momento da rescisão contratual. A solicitação é registrada diretamente no sistema do Governo Federal.

Informações importantes ao trabalhador

Mantenha o cadastro atualizado nos postos do Sine ou por canais digitais.

Consulta de vagas: empregabrasil.mte.gov.br

Solicitação de seguro-desemprego on-line: pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou pelo site acima.

Exclusivo para empresas

O Sine também dispõe de canais exclusivos para empresas interessadas em anunciar vagas. O contato pode ser feito pelos telefones:

(65) 3645-7216 ou 3645-7237,
WhatsApp: (65) 99255-2450,
e e-mail: [email protected].

Confira as oportunidades

Adesivador – 01
Ajudante de carga e descarga de mercadoria – 12
Assistente comercial de seguro – 02
Assistente de vendas – 01
Atendente balconista – 04
Atendente de lojas – 07
Atendente de lojas auxiliar de estoque – 01
Auxiliar de estoque – 05
Auxiliar de limpeza – 03
Auxiliar de logística – 02
Auxiliar de produção farmacêutica – 06
Comprador – 01
Consultor de vendas – 06
Controlador de pragas – 01
Controlador de serviços de máquinas e veículos – 02
Costureira em geral – 02
Cumim – 01
Eletricista – 11
Eletrotécnico – 01
Empacotador a mão – 06
Empregado doméstico arrumador – 02
Farmacêutico – 01
Frentista – 04
Garçom – 95
Gerente de operações de transportes – 01
Gerente geral de vendas – 01
Instalador reparador de redes e cabos telefônicos – 20
Mecânico – 02
Motorista de caminhão – 02
Motorista de caminhão guindaste – 05
Motorista entregador – 01
Operador de caixa – 24
Operador caixa – 12
Operador de telemarketing ativo e receptivo – 01
Pedreiro – 01
Pizzaiolo – 50
Profissional de educação física na saúde – 24
Promotor de vendas – 13
Recepcionista em geral – 01
Repositor de mercadorias – 05
Supervisor de manutenção de máquinas operatrizes e de usinagem – 01
Técnico em atendimento e vendas – 09
Tecnólogo em logística de transporte – 01
Vendedor de comércio varejista – 02
Vendedor interno – 02
Vendedor pracista – 07

#PraCegoVer
A imagem mostra um funcionário do Sine Municipal de Cuiabá auxiliando uma mulher no setor de atendimento ao público. A cena retrata um ambiente de trabalho com baias individuais.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora

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O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.

Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.

“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.

Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.

Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.

Entenda o caso

A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.

A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.

Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.

O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.

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