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Moretti se reúne com sindicato dos médicos e reafirma que reforma administrativa é prioridade

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A prefeita reforça que sua gestão está de portas abertas e que há um grande ônus de gestões passadas em relação ao avanço de várias categorias, mas tudo está sendo revisto por meio de estudos de viabilidade

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL) e a Secretária Municipal de Saúde, Deisi Bocalon, se reuniram com representantes do Sindicato dos Médicos de Mato Grosso (Sindimed-MT) com o objetivo de alinhar condutas e discutir propostas voltadas à valorização dos profissionais da saúde no Município.

Durante a conversa, o presidente do Sindimed-MT, Adeildo Martins, apresentou proposituras relacionadas à regularização salarial da categoria, bem como questões referentes às férias dos profissionais. “Queremos que nossa categoria avance em Várzea Grande. Nossos médicos trabalham intensamente e precisamos dar um olhar de atenção à classe”, defendeu.

A prefeita ouviu atentamente as demandas e se colocou à disposição para buscar soluções, destacando a importância da atuação médica na rede pública. “Existe uma luz no fundo do túnel e vou encaminhar a minuta da reforma para os setores competentes para estudar a viabilidade, já que as gestões anteriores não reconheceram a importância dessa e de outras categorias que fazem a máquina municipal funcionar”, destacou a prefeita.

Segundo a Secretária Municipal de Saúde, Deisi Bocalon, a atual gestão já vem mantendo diálogo constante com o sindicato em busca de ajustes e melhorias no setor. “Nosso compromisso é com a valorização dos profissionais e o fortalecimento do SUS em Várzea Grande. Esse diálogo aberto é essencial para avançarmos”, afirmou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Wanderley Cerqueira cancela licitação e segue orientação do TCE em Várzea Grande

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A presidência da Câmara Municipal de Várzea Grande, sob comando do vereador Wanderley Cerqueira, decidiu cancelar o Pregão Eletrônico nº 90006/2025, voltado à contratação de soluções tecnológicas integradas. A medida foi adotada após recomendação formal do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), demonstrando alinhamento com os órgãos de controle e respeito às normas da administração pública.

A decisão foi oficializada no dia 2 de janeiro de 2026, depois que a 6ª Secretaria de Controle Externo do TCE instaurou a Representação de Natureza Interna nº 211.880-7/2025 e encaminhou o Ofício nº 869/2025/GAB-AJ, sugerindo a suspensão imediata do certame.

O processo licitatório previa a contratação de um registro de preços para fornecimento de licenças de software, implantação, treinamento e suporte técnico, com o objetivo de modernizar os fluxos legislativos, jurídicos e administrativos da Casa. No entanto, diante do alerta do órgão fiscalizador, a presidência optou pela revogação total do pregão, como forma de prevenir riscos e assegurar segurança jurídica.

No ato administrativo, a Câmara reconhece que enfrenta “desafios significativos decorrentes da utilização de sistemas fragmentados e processos em grande parte manuais”, mas reforça que qualquer avanço tecnológico deve ocorrer dentro dos princípios da legalidade, moralidade, eficiência e economicidade.

A decisão foi fundamentada no artigo 71 da Lei nº 14.133/2021, a nova Lei de Licitações, e no poder de autotutela da administração pública, que permite ao gestor rever seus próprios atos quando surge um fato novo que possa comprometer o interesse público.

O documento também cita entendimento doutrinário do jurista Marçal Justen Filho, segundo o qual a revogação é legítima quando a administração constata que o ato deixou de ser conveniente ou adequado à satisfação do interesse público, especialmente diante de fatos supervenientes devidamente comprovados.

Ao determinar expressamente: “DECIDO pela REVOGAÇÃO DO PREGÃO ELETRÔNICO N° 90006/2025, nos termos do inciso II do art. 71 da Lei nº 14.133/2021”, Wanderley Cerqueira reforça uma postura de cautela administrativa e respeito às recomendações do TCE.

Com o encerramento do processo nº 32/2025 nesta modalidade, a Câmara Municipal deverá aguardar a conclusão das análises do Tribunal de Contas ou promover ajustes no termo de referência, caso decida retomar futuramente a proposta de modernização tecnológica, já adequada às exigências do controle externo.

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