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Várzea Grande quita folha salarial de outubro aos servidores

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Conforme a prefeita Flávia Moretti, sua gestão tem a responsabilidade e o compromisso de pagar o salário dos trabalhadores dentro do mês trabalhado. Essa é a décima folha de pagamento quitada em dia

A Prefeitura de Várzea Grande efetuou o pagamento dos salários dos servidores municipais nesta quinta-feira (30). Conforme a prefeita Flávia Moretti (PL), sua gestão tem a responsabilidade e o compromisso de pagar o salário dos trabalhadores dentro do mês trabalhado. Essa é a décima folha de pagamento quitada em dia.

“Pagar o salário dos nossos trabalhadores em dia é uma obrigação e estamos pagando, muitas vezes, de forma antecipada, pois é uma maneira de reconhecer o esforço e dedicação de todos nossos servidores. Mais uma folha paga antes da virada do mês”, pontuou. Ainda como reforçou Moretti: “São eles {os servidores} que atendem diretamente os munícipes na saúde, na educação, entre outras secretarias e departamentos do nosso Município. Eles são o nosso melhor cartão de visitas”.

Além do servidor, que sabe que pode contar com o salário em conta antes da virada do mês, Moretti frisa a importância e o reflexo dessa obrigação no giro da economia local.

“O salário dos trabalhadores é fundamental para girar a economia do nosso Município e é nosso dever mantê-lo em dia. E sempre que pudermos, será pago de forma antecipada. Fora a garantia do equilíbrio das contas e do orçamento doméstico das famílias desses nossos servidores, essa quitação sempre antes do final do mês, traz garantias de fluxo de caixa ao comércio em geral, movimentando as lojas, os supermercados, as vendas de eletrodomésticos, o comércio dos bairros, enfim, a folha do funcionalismo gira a roda da economia de Várzea Grande”, acentua Moretti.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Janaina diz que Várzea Grande “não é extensão de Cuiabá” e cobra serviços públicos de qualidade

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A candidata ao Senado Janaina Riva (MDB) defendeu mais investimentos e estrutura própria de serviços públicos para Várzea Grande e afirmou que o município não pode ser tratado como uma extensão de Cuiabá. A declaração ocorreu durante agenda política nos bairros Mapim e Chapéu do Sol, na segunda-feira (1º).

Para Janaina, a população várzea-grandense precisa ter acesso aos mesmos padrões de atendimento encontrados na Capital, especialmente em áreas consideradas essenciais.

“Várzea Grande não pode ser auxiliar de Cuiabá, porque não é extensão de Cuiabá. Os serviços ofertados em Cuiabá têm que ser ofertados na mesma qualidade aqui, porque aqui é a segunda maior cidade do estado e nós vamos lutar por isso”, afirmou.

A saúde foi apontada pela candidata como um dos principais problemas enfrentados atualmente pela população. Janaina também criticou a falta de creches e de escolas em período integral e afirmou que existe uma contradição entre a riqueza produzida por Mato Grosso e a desigualdade vivida por parte da população.

“Não é justo tantos ganhando tanto, usufruindo das benesses do poder e não ter creche pros nossos filhos, não ter escola em período integral… Ter uma saúde como é a saúde de Várzea Grande, uma das piores do estado de Mato Grosso”, disse.

Outro ponto levantado durante a agenda foi a falta de água na Baixada Cuiabana. Janaina defendeu a ampliação da utilização de poços artesianos e melhorias na distribuição, além de destacar o déficit habitacional de Cuiabá e Várzea Grande.

Segundo ela, a região também enfrenta dificuldades diante da ausência de programas habitacionais capazes de atender famílias que vivem em situação de vulnerabilidade, enquanto os preços dos aluguéis pressionam ainda mais o orçamento da população.

Segurança e proteção às mulheres

Na área da segurança pública, Janaina lembrou ações que, segundo ela, foram articuladas durante sua passagem pela Assembleia Legislativa, como a implantação da Delegacia da Mulher 24 horas e a chegada do Instituto Médico Legal (IML) a Várzea Grande.

A candidata afirmou que ainda existem dificuldades no atendimento a vítimas de violência, especialmente crianças, e criticou a necessidade de deslocamento de profissionais para a realização de perícias.

“Até hoje, uma criança violentada aqui em Várzea Grande, às vezes tem que esperar 12 horas para vir um perito para Várzea Grande para poder fazer um laudo com uma criança violentada. É uma vergonha”, declarou.

 

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