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CCBB em Brasília recebe mostra Joaquín Torres García – 150 anos

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O Centro Cultural Banco do Brasil em Brasília vai receber a partir desta terça-feira, dia 31, até 21 de junho a exposição Joaquín Torres García – 150 anos. A mostra celebra a história do artista uruguaio, um dos mais importantes e influentes da arte moderna na América Latina durante o século 20.

Os visitantes vão conferir cerca de 500 itens, entre obras, documentos, pinturas, maquetes e desenhos.

Saulo Di Tarso, curador da exposição, afirma que a mostra já está sendo considerada a maior reunião de obras de Torres García de todos os tempos.

“Pra gente, no Brasil, é um grande privilégio poder acessar, porque realmente é muito raro, seria muito difícil fazer uma exposição como essa sem o apoio. Esse conjunto de obra, que tá sendo reunido pela primeira vez, mostra um Torres Garcia que amava as crianças e, aqui em Brasília, a gente tem mais  obras que dizem respeito a essa relação que Torres Garcia teve a vida toda com a África, com a arte indoamericana”, explica.   

Segundo Saulo, o público pode se surpreender com artes que podem ter mais de 100 anos de autoria, mas que dialogam perfeitamente com a arte da atualidade.

“Surpresas que o público pode ter é ver esse frescor de uma arte que tem, praticamente, quase 100 anos, mas qyua dialoga com o mundo da arte contemporânea. Principalmente, tem um cuidado de que muitas das obras fiquem muito acessíveis para as crianças. Então, outra coisa super bonita que tem na exposição são os brinquedos que Torres García fez durante algumas fases da vida dele. Brinquedos, inclusive, que acabaram sendo transformados em obras de arte”.

A exposição Joaquín Torres García – 150 anos tem entrada gratuita e vai ficar aberta de terça a domingo. Os ingressos podem ser retirados na bilheteria do CCBB ou no site ccbb.com.br/brasilia.

Após o período em Brasília, o próximo destino da mostra será a capital mineira, Belo Horizonte, em julho.

*Com supervisão de Bianca Paiva 


Fonte: EBC Cultura

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Janis Joplin é homenageada em exposição no Museu da Imagem e do Som-SP

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Ícone da contracultura hippie e dona de uma das maiores vozes do rock, Janis Joplin é homenageada em uma exposição que começou nesta quinta-feira no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo. São mais de trezentos itens originais da cantora e compositora estadunidense, entre cartas, fotografias, figurinos e discos. 

Janis Joplin teria completado 83 anos em janeiro. Ela morreu em outubro de 1970, aos 27 anos, e se consagrou como uma das grandes vozes do rock, além de ter uma presença de palco eletrizante. 

Na mostra, o público pode ver fotos, livros e discos de músicos de blues que influenciaram a artista, além de cartas, desenhos criados por ela, acessórios e roupas  – objetos que estavam guardados desde a morte da cantora e são exibidos pela primeira vez.  O diretor-geral do MIS e curador da exposição, André Sturm, explicou a ideia de dividir a exposição por sentimentos. Para ele as emoções eram intensas, por isso escolheu este lado mais potente: o amor, a felicidade, a tristeza, a liberdade…

A intensidade da voz rasgada pode ser ouvida em trechos de músicas disponíveis na mostra e também no vídeo exibido em uma tela enorme  com um trecho da apresentação no Festival de Monterey Pop em 67, um ponto de virada na carreira de Janis Joplin. 

Uma das salas é dedicada à vinda de Janis ao Brasil: em fevereiro de 1970, meses antes de morrer, ela desembarcou no Rio de Janeiro, em pleno carnaval, conheceu Alcione e Serguei, deu canjas em boates e foi fotografada nas praias cariocas. 

Chris Flannery foi consultor da exposição, e fez a ponte entre o museu e a família da cantora. Ele conta que a mostra traz a essência do estilo boho-chic de Janis e vai além

“Eu acho que nos manuscritos, nos desenhos dela, você vai ver um lado dela que as pessoas não conheciam: ela era uma artista. Então tem um espaço com a arte dela aqui. Então agora você tem a chance de começar a entender quem foi essa mulher. E tem muitos detalhes, muitas coisas da história dela e foi feito um ótimo trabalho de capturar a essência de quem ela foi como musicista”.


Foto da Expo Janis Joplin
Foto da Expo Janis Joplin

Entre os anos de 1966 e 1970, Janis Joplin gravou quatro discos: dois como vocalista da banda Big Brother and the Holding Company e dois em carreira solo. O último deles, “Pearl”, foi lançado em janeiro de 1971, três meses depois da morte da cantora.

Janis Joplin foi livre à sua própria maneira e, além da importância na música, também representou um símbolo de liberdade para as mulheres ao não se encaixar em papéis sociais estabelecidos. 

A exposição “Janis” fica em cartaz no MIS até o mês de julho, e os ingressos podem ser comprados no site do museu. Às terças-feiras, a entrada é gratuita.


Fonte: EBC Cultura

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