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Exposição com as obras de Ziraldo encanta visitantes em Salvador

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Após sucesso de público em cinco capitais brasileiras, entre elas Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, a exposição “Mundo Zira” tem encantado os visitantes do Museu de Arte da Bahia, em Salvador. Na mostra, podem ser vistos personagens de sucesso do caricaturista Ziraldo, como o inesquecível “Menino Maluquinho”, a “Professora Maluquinha” e o “Menino Quadradinho”. 

A exposição convida o público para conhecer a trajetória do artista por meio de uma experiência diferenciada que combina narrativa, imersão e interatividade. Os visitantes podem, por exemplo, personalizar obras de Ziraldo, adicionando um toque individual às composições digitais. A curadoria do projeto é de Adriana Lins, sobrinha de Ziraldo, e Daniela Thomas, filha dele. Adriana Lins explica como ocorre essa vivência imersiva proposta pela mostra.

“É uma experiência, a gente quer que o visitante entre ali e saia com uma sensação, com uma vivência, um sentimento diferente, uma curiosidade diferente. Então as interatividades acontecem de forma analógica, mas também de forma tecnológica, na maior parte da exposição. Então, nesse sentido, a tecnologia é sim uma ferramenta muito importante, parceira da curadoria, parceira da direção de arte.”

Outras atrações que encantam os visitantes são o “Mini Estúdio”, onde eles têm a chance de se verem dentro dos desenhos de Ziraldo, e um “Caça-Palavras” em que podem buscar por frases e histórias do caricaturista. A curadora também destaca a alegria que a exposição tem proporcionado ao público.

“A receptividade nessas diversas cidades tem uma característica comum: o sorriso e o olho brilhando de todo mundo que sai da galeria. Então, em qualquer cidade que a gente passou, por todas as cidades que a a gente passou, e qualquer idade de público, essa reação do público de mergulhar e sair fascinado, rindo de orelha a orelha, tem acontecido.”

Além de caricaturista, Ziraldo foi chargista, escritor e jornalista. Faleceu em 2024, aos 91 anos e mais de 70 de carreira. Seu legado conta com cerca de 200 livros editados. Adriana Lins reforça a importância de homenagear o artista.

“Homenagear Ziraldo é como homenagear todos os brasileiros, é homenagear a nossa cultura, a nossa energia, a nossa forma de ver o mundo, é homenagear e incentivar crianças, jovens de todas as idades a terem orgulho da sua atuação como cidadão. É pensar que a gente constrói a cidade, o estado, o país que a gente vive, as relações humanas, as relações solidárias. E como a literatura é preciosa nisso, e como o legado do Ziraldo fala de tanta coisa de Brasil, como a gente se vê retratado ali.”

A exposição “Mundo Zira” é um projeto do Centro Cultural Banco do Brasil em ocupação no Museu de Arte da Bahia e fica em cartaz até 13 de setembro. A entrada é franca.

 


Fonte: EBC Cultura

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Festival do Museu Nacional reúne ciência e cultura no Rio de Janeiro

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A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) promove neste domingo (30) a 8ª edição do Festival Museu Nacional Vive, uma celebração que reúne ciência e cultura em um só espaço. O evento acontece na Quinta da Boa Vista, no entorno da sede do museu, na zona norte do Rio de Janeiro.

O festival celebra a reconstrução da instituição quase oito anos após o incêndio de grandes proporções que atingiu o local, mostrando que o museu continua produzindo conhecimento por meio de diversas pesquisas. Uma das atrações do evento é a Tenda Científica, que reúne 23 atividades em áreas como biodiversidade e arqueologia, como explica a vice-diretora da instituição, Juliana Sayão:

“A Tenda Científica é um espaço muito especial, porque permite que o público tenha contato direto com a ciência que é produzida no museu. Teremos atividades práticas e interativas com pesquisadores e estudantes apresentando diferentes áreas do conhecimento. Será possível visitar o inflável do INCT Paleovert, que traz as pesquisas mais modernas na paleontologia de vertebrados, conhecer vestimentas, barracas com os nossos pesquisadores que desenvolvem pesquisa na Antártica, além da incrível diversidade dos peixes, dos besouros e de outros insetos.”

Juliana Sayão destaca ainda que o público também vai poder acompanhar o andamento da reconstrução do museu:

“O festival é uma oportunidade de mostrar ao público que a reconstrução do museu está acontecendo e que ela envolve muito mais do que a recuperação de um edifício. Envolve pesquisa, conservação, cuidado com os acervos e muito trabalho de diferentes profissionais. Algumas das atividades permitem justamente que o visitante conheça um pouco desse processo e veja que o museu continua produzindo conhecimento enquanto se reconstrói.”

O festival conta ainda com apresentações de circo, música e exposições do artista plástico Vik Muniz. O evento acontece das 10h às 16h, com entrada franca.
 


Fonte: EBC Cultura

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