Cultura
Exposição “Do Cosmos a Nós” atrai visitantes há mais de dez anos
Cultura
O universo e suas questões cruciais, como a origem e o futuro da humanidade. Com este tema o Museu do Amanhã, na zona portuária da capital fluminense, tem atraído uma legião de visitantes.

“Do Cosmos a Nós” é considerada a principal exposição de longa duração do museu, e está em cartaz desde a inauguração do espaço, em dezembro de 2015. A mostra é dividida em cinco grandes áreas: Cosmos, Terra, Onde Estamos?, Amanhãs e Nós, com mais de 40 experiências disponíveis em português, espanhol e inglês. Cada uma delas encarna grandes perguntas que a humanidade sempre se fez: De onde viemos? Quem somos? Onde estamos? Para onde vamos? Como queremos ir?
Fábio Scarano, curador do Museu do Amanhã, explica como foi o caminho que levaram à exposição.
“Foi um longo processo de montagem do conceito do museu, o curador chefe da época, que era o nosso querido Luiz Alberto Oliveira, ele coordenou uma equipe grande de cientistas, de pessoas de diferentes áreas de especialidade, e sob a batuta do Luiz eles chegaram à conclusão que ia ser interessante estruturar a exposição em torno das cinco grandes perguntas cosmológicas. De onde viemos, quem somos, onde estamos, para onde vamos e como queremos ir”.
Entre as atrações que o público vai encontrar está um domo interativo. Dentro dele, o visitante é imerso numa projeção em 360 graus, percorrendo galáxias, o coração dos átomos e o interior do Sol. Também é possível assistir a formação da Terra, ao desenvolvimento da vida e do pensamento, manifestado pela arte. O objetivo é promover uma experiência sensorial, poética e motivadora.
Já na área chamada Horizontes Cósmicos estão presentes seis telas interativas que permite ao visitante aprofundar diversos conhecimentos. O curador fala sobre o sucesso que a mostra tem acumulado ao longo dos anos em cartaz.
“A exposição atual, dez anos depois, ela permanece sendo um grande sucesso. O museu mais visitado da América do Sul, uma média aí de mais ou menos um milhão de visitantes por ano, é um número bastante elevado para qualquer parte do mundo e isso impõe uma responsabilidade gigantesca”.
Uma das preocupações da mostra, e do Museu do Amanhã como um todo, é a sustentabilidade. Essa perspectiva aparece em diversas ações da instituição, como atividades públicas ligadas à Agenda Climática, programas educativos e projetos científicos, como destaca Fábio Scarano.
“Sustentabilidade segue sendo um tema central para nós. A gente tinha como pilares do museu sustentabilidade e convivência e a gente mudou para sustentabilidade é convivência. E a gente está fazendo isso por entender que sustentabilidade é uma ética do cuidado. Sustentabilidade é a gente cuidar do próximo, a gente cuidar do mundo e a gente se cuidar. Essa relação de cuidado que nos conecta ao mundo é que ela é uma caminhada, na verdade. Ela não é um ponto de chegada”.
A exposição “Do Cosmos a Nós” tem ingressos a R$ 40 inteira e pode ser vista de quinta a terça-feira, de dez horas da manhã às seis da tarde. Mas atenção, pois a entrada só é permitida até uma hora antes do encerramento.
O Museu do Amanhã fica na Praça Mauá e tem como pano de fundo um importante cartão postal da cidade: a Baía de Guanabara.
Cultura
Começou nesta sexta-feira, em São Luís, festival Reggae Raiz
São Luís do Maranhão, conhecida como a Jamaica Brasileira, sedia o “Reggae Raiz”, intercâmbio cultural que reúne personalidades, artistas e pesquisadores que cultuam o movimento Reggae no Maranhão e na Bahia.

Cerca de 65 representantes do cenário do reggae baiano já estão na capital do Maranhão. E vão participar até domingo (19) do evento criado para fortalecer a relação dos dois estados, que compartilham muitas conexões do ritmo jamaicano. Tanto no Maranhão, quanto na Bahia, o reggae acabou ganhando suas particularidades em sonoridade, dança, dentre outras características, mas sem deixar de ser mais um ponto de resistência da identidade, da ancestralidade negra e da cultura afro no Brasil.
Amantes do reggae, artistas, empreendedores, colecionadores de vinil, influenciadores digitais, coletivos e militantes da cultura regueira participam da programação que inclui visitas ao Museu do Reggae, ao Mercado Público, à Praça do Reggae e aos tradicionais bares de radiola da capital maranhense, locais que contribuem com a preservação e a difusão da cultura regueira.
A iniciativa do intercâmbio é encabeçada por Albino Apolinário, presidente do bloco Reggae O Bloco e fundador do primeiro bar de reggae do Pelourinho, e por Ademar Danilo, jornalista e diretor do Museu do Reggae do Maranhão.
Neste sábado, os convidados baianos e o público em geral participam do Rasta Reggae Festival, na Nova Matuto Show, que recebe as bandas jamaicanas The Gladiators e The Gables, além da lenda do reggae, o também jamaicano Horace Johnson, que se apresenta pela primeira vez no Brasil.
São Luís é reconhecida oficialmente por lei federal, publicada em 2023, como a Capital Nacional do Reggae.
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