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Festa do Peão de Barretos reúne shows e rodeios até 31 de agosto

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Segue até o próximo dia 31 de agosto, no interior paulista, o mais tradicional evento de rodeios em diferentes modalidades da América Latina: a Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos.

O evento, que chega à sua edição de número 70, recebe no palco principal, neste domingo, as duplas sertanejas Felipe & Rodrigo, Matheus & Kauan, além do cantor Léo Foguete.

A festa começou no dia 21 de agosto e tem uma área de mais de 2 milhões de metros quadrados de infraestrutura, que abriga, além das arenas de competições, quatro palcos com cerca de 130 shows musicais, 150 apresentações culturais, feira comercial, área de camping e muito mais. A expectativa dos organizadores é de recorde de público, com 1 milhão de pessoas em 11 dias de evento, além de movimentar pelo menos R$ 400 milhões na economia.

Já em termos de premiações, serão cerca de R$ 1,4 milhão em prêmios distribuídos nas nove modalidades de competição. No Rodeio Internacional, o valor destinado aos competidores é de R$ 385 mil, enquanto a final brasileira da Professional Bull Riders terá prêmio de R$ 100 mil e uma caminhonete. Neste ano, cerca de 3,5 mil competidores vão participar das provas na Capital Nacional dos Rodeios.

Outra atração da Festa do Peão é conhecer as estrelas de quatro patas. Entre os touros ilustres que participam do evento está o animal de nome Cobiçado, eleito melhor touro de Barretos nos dois últimos anos; com apenas seis anos de idade, o animal pesa 750 quilos e já recebeu propostas de até R$ 1,5 milhão, mas não está à venda.

Outro destaque é o touro batizado de Eterno, que pesa impressionantes 950 quilos e é avaliado também em R$ 1,5 milhão. O estreante da festa é o touro Acesso Negado; com quatro anos de idade e pesando 600 quilos, ele já é avaliado em R$ 2 milhões, tornando-se um dos mais valiosos do país.

Outra novidade que vai ajudar a vida dos visitantes nesta edição da Festa é o aplicativo gratuito Roseta. Entre as funcionalidades da ferramenta digital estão as atualizações em tempo real da programação, os horários de shows e provas esportivas, um mapa interativo apontando a localização de atrações, dos palcos, camping, monumentos e toda a estrutura do evento, além dos principais pontos de alimentação e atendimento aos turistas.

A programação completa e a venda de ingressos para os eventos privados estão disponíveis no site barretosfestadopeao2025.com.


Fonte: EBC Cultura

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Espetáculo em São Paulo retrata histórias da Guerra de Canudos

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Está em cartaz no Itaú Cultural de São Paulo o espetáculo Restinga de Canudos, que retrata as histórias anônimas da guerra. A montagem da Companhia do Tijolo venceu o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte no ano passado de melhor direção.

Quando se fala em Guerra de Canudos, Antônio Conselheiro é o nome que costuma ser lembrado no conflito entre o exército e a comunidade liderada por Conselheiro. Mas o evento que aconteceu entre 1896 e 1897, no sertão da Bahia, foi vivenciado por figuras anônimas e são essas pessoas o foco da montagem. O diretor do espetáculo, Dinho Lima Flor, comenta a importância das mulheres educadoras de Canudos na consciência crítica da comunidade:

“É muito importante a história dessas mulheres porque quebra versões que diziam que Canudos não tinha escola. Todas as crianças estudavam, tinha muita gente que lia. A educação, o pensamento, são essas figuras que fazem a grande educação de Canudos. O povo sabia que a República, como a monarquia, não iria salvá-los, porque é uma coisa estrutural, a coisa da escravidão. Canudos já tinha esse pensamento pra frente”, diz.

No palco, a narrativa é protagonizada por duas professoras, ao lado de agricultores, beatos rezadores, cantadores, um indígena e um praticante do culto afro-indígena da Jurema Sagrada. Desde que surgiu, há quase 20 anos, a Companhia do Tijolo investiga o pensamento de Paulo Freire, ideia presente no nome. ‘Tijolo’ se refere a como Freire falava sobre a alfabetização de trabalhadores da construção civil. Com a peça sobre Canudos, o grupo mantém as pesquisas sobre educação popular. Dinho Lima Flor comenta a homenagem a todas as pessoas que morreram no conflito:

‘”li era um experimento coletivo onde tudo era de todos e nada era de ninguém. O pensamento de Canudos não foi construído por uma pessoa, mas foi construído por muitas pessoas. Trazer essas pessoas junto com o Conselheiro, dar luz e estudar esses seres que estudaram e praticaram a resistência contra as Forças Armadas”, diz. 

Restinga de Canudos segue em cartaz até o dia 26 de abril, com sessões de quinta-feira a domingo e a reserva dos ingressos é feita na terça-feira da mesma semana da apresentação pelo site do Itaú Cultural.


Fonte: EBC Cultura

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