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Fiéis acompanham Via Sacra de Sexta-Feira Santa no Distrito Federal

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Milhares de fiéis acompanham a Via Sacra nesta Sexta-Feira Santa no Morro da Capelinha, em Planaltina, região administrativa do Distrito Federal, a cerca de 40 quilômetros de Brasília. O evento, que completa 53 anos em 2026, é o grande destaque da programação religiosa da capital, reunindo fé, tradição e cultura. As encenações começam a partir das 15h, primeiro com a celebração da Cruz, seguida da Paixão de Cristo. O diretor-geral do grupo da Via Sacra do Morro da Capelinha, Preto Rezende, destaca a força da comunidade para tornar o evento um dos mais tradicionais do país. Preto conta que a encenação reserva muitas surpresas para o público:

“15 horas, a celebração da Cruz… o bispo Dom Paulo Cezar, bispo de Brasília, preside a celebração da Cruz. Às 16 horas inicia todo o trabalho das encenações, né? Da cidade, o julgamento, as flagelações, as 14 estações dolorosas e, para o público que fica, que a gente não fica também só na Cruz… nós acreditamos na ressurreição! Então, a gente faz a 15ª estação, que é a estação gloriosa, onde Jesus é ressuscitado”, conta.

Em 2025, mais de 100 mil pessoas acompanharam a Via Sacra no Morro da Capelinha, em Planaltina. O espetáculo contou ainda com cerca de 1.400 voluntários, entre produção, atores e figurantes. 


Fonte: EBC Cultura

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No Rio, cinema africano é tema da mostra Espelhos d’África

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O cinema africano, que vem ganhando destaque mundial, é o tema da mostra Espelhos d’África, em cartaz a partir desta terça-feira (3) na Caixa Cultural Rio de Janeiro. O evento reúne produções cinematográficas do continente e atividades paralelas, como debates e oficinas, que aproximam o público de realizadores e pesquisadores.

Pela primeira vez na capital fluminense, a iniciativa busca ampliar o acesso do público brasileiro ao cinema feito na África, apresentando diferentes perspectivas sobre o continente. Entre os temas abordados estão memória, relações familiares e transformações sociais.

Entre os debates que fazem parte da programação estão: Cinema africano contemporâneo, narrativas e representações; Memória, tradição e identidade no cinema africano; e Corpo, dança e memória. Outra atração do evento são oficinas voltadas para o público infantil, como Imagens que Contam: Histórias Africanas em Cena; e Cinema e Natureza em Cabo Verde: Histórias que saem da Tela.

Todas as sessões têm entrada franca, com distribuição de ingressos na bilheteria 30 minutos antes de cada exibição. A mostra vai até o dia 15 de novembro.


Fonte: EBC Cultura

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