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Violinista do Pará brilha no Festival Internacional Sesc de Música

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Oi, oi gente amiga desse nosso programa  que nesta edição é  um convite à escuta de uma jovem de 25 anos, a violinista amazônida  Agatha Nascimento, moradora de Barcarena, (PA)

Reconhecidamente,  ela é  um talento no campo da música de concerto brasileira  que, orgulhosamente  apresenta a força criativa do Pará   no 14º Festival Internacional Sesc de Música, que está acontecendo desde o dia  19  de janeiro, em Pelotas (RS),. 

A trajetória de Ágatha mostra como a música é capaz de transformar vidas e abrir caminhos. Integrante da Orquestra Jovem Sesc Pará desde 2025, ela ocupa a posição de Spalla – a primeira violinista do naipe, responsável por liderar os demais violinistas nas arcadas da orquestra.

Na música, Ágatha sempre buscou aliar o talento a uma sólida base acadêmica. Ela é formada em violino pela Universidade Estadual do Pará (UEPA) e pela Escola de Música da Universidade Federal do Pará (UFPA), onde ingressou simultaneamente nos cursos técnico e de licenciatura em 2021. 

Incentivada pela avó, Ágatha tocou os primeiros acordes há 10 anos, dentro da igreja da sua comunidade. Rapidamente se destacou e, com dedicação, ganhou notoriedade. Agora, é professora de violino em Barcarena, aluna do renomado professor chileno Yerko Tabila e continua a brilhar na orquestra da sua igreja. Viva Maria comemora  com  entusiasmo o fato dela estar sendo chamada a  integrar a Orquestra Jovem Sesc Brasil , onde se apresenta amanhã  à noite , no Theatro Guarany, no Festival de Pelotas.


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Rádio Nacional da Amazônia completa 49 anos

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A Rádio Nacional da Amazônia completa 49 anos nesta terça-feira,1º, e ganha uma homenagem especial no Viva Maria. Com apresentação de Mara Régia, o programa celebra a história da emissora que, há quase cinco décadas, leva informação, cultura e serviço a comunidades de diferentes regiões da Amazônia.

Para marcar a data, o programa recupera a memória musical da emissora em um depoimento do cantor e compositor paraense Nilson Chaves. Ele relembra o processo coletivo de criação de oito peças musicais produzidas especialmente para a Rádio Nacional da Amazônia, em uma experiência que buscou traduzir, em diferentes ritmos, a diversidade cultural da região e a relação da rádio com seus ouvintes.

“Conseguimos viajar um pouco nos ritmos da Amazônia, trazer mais esses ritmos para dentro da rádio, que fosse a identidade da rádio junto com esse povo amazônico”, conta Nilson Chaves.

A edição também apresenta uma memória especialmente afetiva. Mara Régia, que há décadas está ligada à programação da Rádio Nacional da Amazônia, lembra que a emissora se tornou uma espécie de ponte entre os territórios mais distantes e o restante do país.

Essa dimensão aparece com força no depoimento de Maryellen Crisóstomo, jornalista, ativista dos direitos humanos e liderança quilombola do Território Baião, em Almas, no sudeste do Tocantins. Ela conta que cresceu ouvindo a Nacional da Amazônia e que, para sua família, a rádio era muito mais do que uma fonte de informação: era também um meio de comunicação entre parentes e comunidades.

Maryellen recorda, por exemplo, os calendários enviados pela emissora aos ouvintes que escreviam para a rádio. A lembrança, guardada desde a infância, transforma em testemunho da presença da Nacional da Amazônia no cotidiano de comunidades onde outros meios de comunicação praticamente não chegavam.

E, para Mara Régia, a comemoração dos 49 anos já aponta para o próximo grande marco: o cinquentenário da emissora, em 2027.

Confira no player.


Fonte: EBC Cultura

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