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Viva Maria: Alessandra Roscoe, compartilha sua agenda na FLIP

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A escritora, jornalista e artista Alessandra Roscoe é a convidada do Viva Maria desta terça-feira (22). Em conversa com Mara Régia, ela compartilha a agenda de participação na 24ª Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip 2026.

Na quinta-feira (23), às 15h, Alessandra apresenta Palavra tece asas, na Central Flipinha, na Quadra da Praça Matriz. A atividade reúne histórias, cantigas e brincadeiras para o público infantil.

Na sexta-feira (24), às 15h30, a escritora participa do debate Morte e vida na literatura: diálogos com a escola, no Mezanino do Cinema da Praça, ao lado de Cris Gazotto, Mell Brittes e Valter Hugo Mãe.

Já no sábado (25), às 15h, Alessandra participa da atividade Quem conta um conto planta um futuro, na Casa da Favela, com contação de histórias, intervenção artística de Airá de Crespo e a participação de Carlos Vieira Fernandes e André Gravatá. A mediação será de Nina Rizzi.

No programa, Alessandra Roscoe também fala sobre seus livros e reflete sobre a força da literatura e da arte para abordar temas difíceis, alimentar a imaginação e ajudar a construir outros mundos possíveis.


Fonte: EBC Cultura

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Coleção de cordel de Liêdo Maranhão ganha mostra em Olinda

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Uma das referências como colecionador da Literatura de Cordel brasileira – Liêdo Maranhão – terá parte de seu acervo disponível ao público a partir deste sábado, em Olinda, Pernambuco. A Casa da Memória Popular abrirá para visitação a exposição  “100 Anos de Liêdo Maranhão – A Política no Universo do Cordel”. 

Cerca de 120 folhetos de cordel da coleção particular de Liêdo estarão expostos na Casa da Memória Popular, espaço cultural fundado pelo próprio cineasta, escritor, pesquisador e colecionador pernambucano. A exposição também é uma homenagem ao centenário de nascimento do cineasta, ocorrido em 2025. Ele faleceu em 2014, no Recife.  

As publicações em cordel presentes na exposição trazem um recorte da política brasileira entre as décadas de 1960 e 1990 pelo olhar dos poetas populares. Por meio das rimas, narrativas e imagens das tradicionais xilogravuras, os cordelistas escrevem sobre fatos históricos, personalidades políticas, questões sociais e as transformações pelas quais o Brasil passou nos últimos 40 anos do século passado. 

A exposição conta com trabalhos dos cordelistas José Bernardo da Silva, Manoel D’Almeida Filho, J. Borges, Rodolfo Coelho Cavalcante, Heleno Francisco, entre outros.

A mostra deve ficar aberta ao público pelos próximos 45 dias. A visitação acontece de terça a sábado e precisa de agendamento.

Liêdo Maranhão se dedicou, entre outras funções, à pesquisa e preservação da cultura popular, reunindo mais de 25 mil peças relacionadas ao assunto. 


Fonte: EBC Cultura

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