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Viva Maria destaca filme que conta a trajetória de Dona Onete

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Na tarde de quinta-feira (20), um incêndio atingiu o pavilhão da Blue Zone, o espaço oficial de negociações da COP30, em Belém, com a evacuação imediata e interrompendo as atividades no local.

Depois de uma avaliação, a organização da Conferência confirmou que o local foi inspecionado pelo corpo de bombeiros e devolvido as atividades.

No retorno às transmissões direto da Blue Zone, o Viva Maria desta sexta-feira, 21, destaca a força simbólica da grande sumaúma que permanece firme na entrada principal da conferência. Lembrando que a ‘Amazônia resiste, mesmo quando ferida’. É nesse espírito que o programa segue em frente, celebrando a resistência de tantas mulheres que inspiram a região.

Entre elas está Dona Onete, que aos 86 anos continua conduzindo sua arte com a mesma vitalidade que marca sua trajetória. Nesta semana, o Viva Maria acompanhou a avant-première do filme “Dona Onete – Meu Coração Neste Pedacinho Aqui”, que chega em breve aos cinemas.

Dirigido por Mini Kerti, o longa revisita as raízes da artista de Igarapé-Miri, no Pará, que é ícone da música amazônica. Dona Onete é conhecida por sucessos como Jamburana e Banzeiro.

A diretora do filme contou que descobriu a artista por meio de suas canções. “A voz dela é muito forte, potente, grave, rouca, original. Quando eu fui descobrindo sobre a vida dela, que ela tinha sido professora, que ela se formou, que ela foi secretária de Cultura de Garapé-Miri, que ela fazia o boi, que ela fazia o carnaval, que ela foi ativista e ativa a vida toda”, disse Kerti.

Confira no player.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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