Mato Grosso

Adolescente é conduzido pela Polícia Militar com 25 cestas básicas de facção criminosa em Cáceres

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Mato Grosso

Policiais militares do 6º Batalhão de Polícia Militar conduziram, na tarde desta sexta-feira (19.12), um adolescente, de 16 anos, transportando 25 cestas básicas de uma facção criminosa, em Cáceres. O suspeito foi detido em flagrante com o material dentro de um veículo, que também foi apreendido.

A ação ocorreu durante a Operação Força Total, após as guarnições receberem informações de que um veículo Gol, de cor branca, estaria circulando em atitude suspeita pelo bairro São Lourenço, transportando objetos de procedência desconhecida.

Diante da denúncia, equipes policiais iniciaram diligências para localizar o automóvel, que foi abordado nas proximidades da Feira do Agricultor. Durante a busca veicular, os policiais localizaram no interior do carro 25 cestas básicas.

Em entrevista, o condutor informou que teria retirado o veículo no bairro Vitória Régia e que os produtos foram recolhidos no bairro São Lourenço. Ainda conforme relato do adolescente, o transporte das cestas teria sido realizado a mando de uma facção criminosa. O menor também não possuía habilitação para conduzir o veículo.

Diante dos fatos, o adolescente, o veículo e o material apreendido foram encaminhados à 1ª Delegacia de Polícia de Cáceres para as providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Janete Riva negocia acordo e juíza suspende ação sobre desvio na AL

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A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, suspendeu por 30 dias a ação de improbidade administrativa contra a ex-secretária Janete Riva, pelo desvio de um cheque de R$ 12 mil usado para a compra de gado.

O pedido foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que solicitou a suspensão por 90 dias. O motivo alegado foi que as partes estavam conversando para tentar um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC), uma espécie de “confissão” para resolver o caso sem uma sentença condenatória definitiva.

O próprio MP foi quem ajuizou a ação, acusando Janete Riva de ter participado de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na década de 2000.

 

A suspeita é que o esquema pagava empresas “fantasmas” por serviços que nunca foram prestados, a fim de desviar o dinheiro público. No caso de Janete, foi apontado que um dos cheques, no valor de R$ 12 mil, emitido para uma dessas empresas, acabou sendo usado para pagar a compra de 200 cabeças de gado para ela.

O marido de Janete, o ex-deputado estadual José Riva, era réu nesse mesmo processo, mas o caso contra ele foi encerrado porque fez um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, confessando sua participação nos desvios.

Janete já havia sido condenada a devolver R$ 6 mil em 1ª instância, porém, em fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou essa condenação, inocentando-a por falta de provas.

“Assim, defiro parcialmente o pedido do requerente e suspendo o processo pelo prazo de trinta (30) dias, prazo este que se mostra proporcional, razoável e suficiente para a finalidade almejada, sem comprometer a duração razoável do processo”, decidiu a magistrada.

Se o acordo for fechado, o processo pode ser resolvido sem a necessidade de uma sentença condenatória definitiva. Caso não aconteça o acordo, o processo seguirá para a fase instrutória.

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