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Após manifestação, Max se compromete a enviar demandas do Samu a Pivetta

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O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (Podemos), afirmou que as demandas apontadas pelo Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde de Mato Grosso (Sisma-MT) sobre Serviço de Artendimento Móvel de Urgencia (Samu) serão encaminhadas ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos). Max se comprometeu com a medida após manifestação do Sisma motivada pela demissão de 56 profissionais do Samu.

O presidente do sindicato, Carlos Mesquita de Magalhães, apontou que além do corte, os trabalhadores lidam com a falta de estrutura. Segundo ele, apenas cinco das 12 unidades do Samu em Cuiabá e Várzea Grande funcionam.

Angelo Varela/ALMT

Sindicato Samu

Carlos Mesquita de Magalhães, presidente do Sisma-MT

“Tem ambulância parada do Centro, do Parque Ohara, Pedra 90, São João Del Rei, entre outras localidades. Em Várzea Grande, regiões como Cristo Rei também estão sem atendimento”, afirmou Carlos Magalhães.

O Sisma-MT não sinalizou a intenção da categoria paralisar os serviços, no entanto, alertou que as baixas nas bases implica na demora do atendimento.

Max Russi disse que não tinha conhecimento da situação, mas que agora a AL tomara providências. “Recebemos essa denúncia, já encaminhamos à Comissão de Saúde e também vamos comunicar oficialmente à Casa Civil, por meio de ofício e em plenário. Não podemos deixar de agir diante de uma situação como essa”, falou o presidente da Assembleia.

CONVOCAÇÃO DO SECRETÁRIO

As demissões foram discutidas em audiência da Comissão de Saúde nessa terça-feira (14). O grupo de trabalho é presidido pelo deputado estadual Paulo Araújo (Republicanos) que aprovou a convocação do secretário de Estado de Saúde (SES-MT), Juliano Melo, para prestar esclarecimentos na próxima quarta-feira (22), às 8h.

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Mauro Mendes elogia Manciolli para Casa Civil e diz que Pivetta deve ter liberdade para trocar secretários

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O senador eleito Mauro Mendes (União) elogiou a escolha do governador eleito Otaviano Pivetta (Republicanos) para o comando da Casa Civil de Mato Grosso. O empresário Eduardo Manciolli foi anunciado para a função na última terça-feira (13) e, na avaliação do ex-governador, poderá contribuir com uma das principais atribuições da pasta: a articulação política do Executivo estadual.

Mauro afirmou que conhece Manciolli e avaliou positivamente a indicação. “Eu conheço o Manciolli, com certeza é um bom nome, e vai ajudá-lo na articulação, que é o papel importante da Casa Civil”, declarou.

 

 

 

Além de comentar a escolha para a secretaria, o ex-governador defendeu que Pivetta tenha autonomia para montar a própria equipe de governo. Para Mauro, a decisão sobre a permanência de secretários e a eventual substituição de integrantes do primeiro escalão deve caber ao novo chefe do Executivo, sem interferências que limitem sua capacidade de definir os rumos da gestão.

Mauro compara escolha de equipe à própria gestão

Ao defender a liberdade de Pivetta para reorganizar o secretariado, Mauro recorreu à experiência que teve à frente do Palácio Paiaguás. Segundo ele, durante sua gestão, teve autonomia para escolher os integrantes da equipe e considera que o sucessor deve contar com a mesma prerrogativa.

“Eu defendo que o governador tenha autonomia, como eu tive para escolher o seu secretariado. Eu tive essa autonomia, escolhi quem eu quis, ele tem o direito de escolher quem ele quer para ficar, para continuar, para mudar”, afirmou.

Mauro acrescentou que exerceu esse direito durante o mandato e que Pivetta deve ter liberdade para promover as mudanças que considerar necessárias. A declaração reforça a posição do ex-governador de que cabe ao novo chefe do Executivo definir a composição administrativa de acordo com as prioridades de sua gestão.

 

“Eu exerci esse direito e ele tem toda a liberdade para fazer as escolhas que ele julgar melhor para mudar a equipe dele”, completou.

Manciolli assume função de articulação política

À frente da Casa Civil, Eduardo Manciolli terá entre as principais responsabilidades a articulação do governo estadual com os demais Poderes e instituições, além da coordenação do diálogo entre as secretarias. A pasta ocupa uma posição estratégica na interlocução política e administrativa do Executivo.

Antes do anúncio, a Casa Civil era comandada por Adjaime Ramos, que retorna à função de secretário adjunto de Relações Políticas. A mudança faz parte da reorganização da equipe de Pivetta, que assumiu o governo estadual após a saída de Mauro Mendes para disputar uma vaga no Senado.

Fonte Olhar Direto

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