Mato Grosso

Brincar é Viver reúne cerca de 10 mil pessoas e distribui sete bicicletas em Poconé

Publicado em

Mato Grosso

Cerca de 10 mil pessoas, entre adultos, jovens e crianças, participaram da segunda edição do projeto Brincar é Viver, realizada no último sábado (17), na Praça da Matriz, em Poconé. Idealizado pela primeira-dama Virgínia Borin e promovido pela Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Ação Social, o evento reuniu crianças e famílias poconeanas em uma tarde especial, das 16h às 20h, com atividades recreativas, entrega de brinquedos, distribuição de guloseimas e sorteios de brindes, incluindo sete bicicletas.

Sorrisos, abraços e a alegria da infância marcaram a programação, que transformou a Praça da Matriz em um grande espaço de lazer e convivência familiar.

Entre as atrações, o público contou com entrega de brinquedos, Carreta Tsunami, quadras de futebol de sabão, touro mecânico e diversos brinquedos infláveis, como castelo, jacaré, escorregadores, tobogãs, piscinas de bolinhas e pula-pulas. A programação também teve personagens da Disney, palhaços e pintura artística, garantindo ainda mais encanto e diversão para as crianças.

Durante o evento, foram distribuídos cachorros-quentes, pipoca, algodão-doce, picolés, refrigerantes e água mineral.

A primeira-dama Virgínia Borin teve um papel importante na articulação de parceiros e na realização do projeto, que busca aproximar as famílias, fortalecer os vínculos comunitários e garantir às crianças oportunidades de lazer e acolhimento.

“É uma realização muito grande ver o sorriso de uma criança, receber um abraço e perceber o quanto um momento como esse faz diferença. O sentimento das crianças é o mais verdadeiro que existe, e é isso que nos motiva a continuar. Quero agradecer à Prefeitura, a todos os parceiros que abraçaram essa iniciativa e, principalmente, à população, que esteve presente e fez essa festa acontecer. Tudo isso é por vocês e para vocês”, destacou Virgínia.

A alegria também foi compartilhada pelas famílias que acompanharam a programação. Para a mãe Luciana de Souza, que participou do evento com o filho, a expectativa pela segunda edição já era grande. “Ele estava muito animado para vir. A primeira edição já tinha sido maravilhosa, e poder participar novamente é muito especial. Ver a felicidade dele brincando, ganhando brinquedo e aproveitando tanto não tem preço. Isso fica marcado na vida da gente”, relatou.

Realizado pela primeira vez em 2025, o projeto Brincar é Viver chega à segunda edição reforçando a importância de iniciativas que valorizem a infância, promovam o lazer e fortaleçam a convivência comunitária. A ação também demonstra como a união entre o poder público, os parceiros e a população pode transformar espaços públicos em ambientes de encontro, cuidado e felicidade.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Mato Grosso

UNICAST Amamentação exige aprendizado e rede de apoio, destaca pediatra da Unimed Cuiabá

Publicados

em

*UNICAST*
*Amamentação exige aprendizado e rede de apoio, destaca pediatra da Unimed Cuiabá*

Pediatra e neonatologista, Elibene Junqueira esclarece dúvidas sobre colostro, pega correta, retorno ao trabalho e benefícios do leite materno para mães e bebês

O sucesso da amamentação não depende apenas da mãe: exige aprendizado, orientação profissional e uma rede de apoio preparada para acolher a família. Esse é um dos pontos destacados pela pediatra e neonatologista Elibene de Almeida Orro Junqueira, da Unimed Cuiabá, em entrevista ao Unicast, o podcast da Cooperativa, sobre os desafios e benefícios do aleitamento materno.

Com mais de 30 anos de experiência na pediatria, a médica explica que amamentar é uma habilidade desenvolvida pela mãe e pelo bebê, especialmente nos primeiros dias de vida. As mudanças hormonais do pós-parto e a adaptação à nova rotina podem gerar insegurança, tornando o acompanhamento profissional ainda mais importante.

“A gente pensa erroneamente que tanto a mãe quanto o bebê já sabem o que fazer. Na realidade, tanto a mãe quanto o bebê têm que aprender”, afirma.

A especialista destacou a importância da chamada “hora de ouro”, que é a primeira hora, após o nascimento. Quando o bebê apresenta boa vitalidade e não precisa de intervenções imediatas, o contato pele a pele favorece o vínculo afetivo e estimula a liberação de ocitocina, hormônio relacionado à ejeção do leite.

Elibene também ressalta o papel do colostro, primeiro leite produzido após o parto, rico em componentes imunológicos que ajudam a proteger o recém-nascido. Para bebês prematuros ou internados em UTI Neonatal, o leite materno tem papel ainda mais importante. Conforme a condição clínica, a equipe pode orientar a ordenha e administrar pequenas quantidades de colostro diretamente na boca do bebê, prática conhecida como colostroterapia.

Segundo a pediatra, a composição do leite materno se adapta às necessidades de cada criança, inclusive dos prematuros, fornecendo nutrientes e fatores de proteção essenciais ao desenvolvimento.

*Dor durante a amamentação merece atenção*

A pega correta é fundamental para evitar dores e fissuras nos mamilos. Elibene explica que o bebê deve abocanhar boa parte da aréola, e não apenas o bico do peito, para retirar o leite adequadamente.

“A regra de ouro é: pega adequada é aquela que não dói. Se doeu, está errado”, orienta a pediatra.

A médica também esclarece que o tamanho das mamas não determina a quantidade de leite produzida. A produção é estimulada pela sucção do bebê, e a amamentação em livre demanda ajuda a regular esse processo.

Elibene relata que frequentemente encontra mães com dúvidas sobre choro, perda de peso e a impressão de que o leite é insuficiente. Ela explica que a perda de peso nos primeiros dias pode fazer parte da adaptação fisiológica do recém-nascido, mas a avaliação pediátrica é fundamental para acompanhar o peso e verificar se a alimentação está adequada.

Introdução alimentar e retorno ao trabalho
A pediatra ressalta que o leite materno fornece a hidratação necessária durante os primeiros seis meses. Por isso, no aleitamento materno exclusivo, não é preciso oferecer água, chás ou sucos, mesmo em regiões quentes como Cuiabá.

A recomendação é manter o aleitamento exclusivo até os seis meses e, depois, introduzir outros alimentos com orientação profissional, continuando a amamentação até os dois anos ou mais. A especialista também alerta para o uso de chupetas e mamadeiras, que podem interferir na amamentação, e ressalta que fórmulas infantis devem ser utilizadas apenas quando houver indicação profissional.

O retorno ao trabalho é outro desafio discutido no podcast. Com planejamento, ordenha e armazenamento adequado do leite, a mãe pode manter o aleitamento durante esse período. A organização da rotina e o conhecimento dos direitos relacionados às pausas para amamentação também ajudam nessa transição.

*Benefícios para a mãe*

Além de contribuir para a nutrição e a proteção do bebê, a amamentação está associada à redução do risco de câncer de mama e de ovário. Também favorece a recuperação pós-parto, auxiliando na involução uterina e contribuindo para reduzir o risco de hemorragia.

Elibene reforça a importância de a rede de apoio ajudar nas tarefas domésticas e oferecer suporte à mãe, permitindo que os pais se dediquem ao vínculo com o filho.
“A rede de apoio existe não para cuidar do bebê no lugar dos pais, mas para cuidar da mãe e dos afazeres da casa, permitindo que a mãe e o pai se dediquem a criar esse vínculo inestimável com o filho. O leite materno são gotas de amor e de vida”, conclui.

Assista completo pelo link: https://youtu.be/wLQUAd1Yq4Q

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA