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Ex-primeira-dama Márcia Pinheiro é levada para SP após 11 dias em UTI em Cuiabá

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 A ex-primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro, será transferida para São Paulo ainda na manhã desta quinta-feira (24), onde dará continuidade ao tratamento de recuperação do Acidente Vascular Cerebral (AVC) sofrido no último dia 13 de setembro. A informação foi divulgada pelo ex-prefeito Emanuel Pinheiro e pelo deputado federal Emanuelzinho, filho de Márcia, em um vídeo publicado no Instagram.

Segundo Emanuel, a decisão de transferir Márcia para São Paulo foi tomada pela família após a primeira etapa do tratamento em Cuiabá.

“Passando aqui para agradecer as orações e milhares de manifestações de carinho, solidariedade, força e fé pelo pronto restabelecimento da nossa querida Márcia. E também comunicar a vocês que, por decisão da família, Márcia está sendo transferida agora para São Paulo para dar continuidade ao tratamento. A primeira etapa foi muito bem atendida e cumprida aqui em Cuiabá. Agora seguimos com o tratamento em São Paulo”, afirmou.

Márcia sofreu o AVC em casa, no dia 13 de setembro, e foi encaminhada ao Hospital Jardim Cuiabá, onde precisou passar por uma cirurgia de emergência. Desde então, permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Conforme apurado, o quadro da ex-primeira-dama era considerado estável. Após o período inicial de 72 horas, considerado o mais crítico, a equipe médica iniciou o processo de retirada da sedação. A recuperação, no entanto, ocorre de forma lenta.

Nos últimos dias, familiares relataram episódios em que Márcia chegou a abrir os olhos, mas voltou a dormir pouco depois.

Márcia Pinheiro é esposa do ex-prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PSD) e mãe do deputado federal Emanuelzinho (PSD). Ela ganhou projeção pela atuação social durante o período em que foi primeira-dama da Capital, entre 2017 e 2024.

Em 2022, Márcia disputou o Governo de Mato Grosso e terminou a eleição em segundo lugar.

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Faissal articula bloco de até 12 deputados para apoiar reeleição de Max Russi e disputar primeira-secretaria

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O deputado estadual Faissal Calil (PL) articula a formação de um bloco de até 12 parlamentares para apoiar a reeleição de Max Russi (Podemos) à presidência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Em contrapartida, o grupo pretende conquistar a primeira-secretaria da Casa, um dos principais cargos da Mesa Diretora.

A eleição está prevista para ocorrer após a posse dos deputados eleitos, marcada para 1º de fevereiro de 2027. A primeira-secretaria é considerada uma das funções mais importantes da estrutura administrativa do Legislativo, com atribuições relacionadas ao orçamento da Assembleia.

Negociação envolve diferentes partidos

A articulação reúne parlamentares do PL, Republicanos e União Brasil. Em entrevista à Rádio Cultura nesta terça-feira (20), Faissal afirmou que pretende reunir os deputados interessados e, posteriormente, apresentar a Max Russi uma proposta conjunta de apoio à permanência do parlamentar na presidência.

“A nossa questão é a primeira-secretaria. E nós vamos fazer um grupo e vamos chamar o Max. Aqui estão os votos que você precisa para ser presidente, e nós queremos a primeira-secretaria”, afirmou o deputado

Além de Faissal, demonstraram interesse em disputar a primeira-secretaria os deputados Diego Guimarães (Republicanos), Dilmar Dal Bosco (União Brasil) e Chico Guarnieri (PSDB). Segundo Faissal, a intenção é construir uma candidatura de consenso entre os integrantes do bloco.

O parlamentar também afirmou que já iniciou conversas com os outros três deputados eleitos pelo PL: Gilberto Cattani, Samanatha Iris e Alcino Barcelos. O deputado Dr. Eugênio de Paiva (Republicanos) também teria manifestado apoio à articulação, embora não pretenda disputar o cargo.

PL reivindica maior espaço na Mesa Diretora

Faissal defende que o PL tenha prioridade na escolha do primeiro-secretário devido ao crescimento da bancada nas eleições deste ano. O partido passou de dois para quatro deputados estaduais eleitos e deverá formar a segunda maior bancada da próxima legislatura, atrás apenas do Podemos, que elegeu seis parlamentares.

Para o deputado, o resultado eleitoral justifica uma participação mais expressiva da sigla nos espaços de decisão da Assembleia.

“O PL tem que ser protagonista em todas as esferas de poder, inclusive na Assembleia Legislativa. A gente tem a segunda maior bancada da Assembleia, nada mais justo de termos a primeira-secretaria”, declarou.

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Faissal também destacou que o PL ainda não ocupou a presidência nem a primeira-secretaria da Assembleia e avaliou que o momento é favorável para o partido conquistar uma das principais posições da Mesa Diretora.

Faissal foi reeleito com mais de 41 mil votos

Em seu terceiro mandato, Faissal afirmou ser o mais experiente entre os quatro deputados eleitos pelo PL e disse estar preparado para assumir a primeira-secretaria.

O parlamentar foi reeleito com 41.039 votos, o equivalente a 2,13% dos votos válidos, segundo os dados mencionados na reportagem.

As negociações devem avançar nos próximos meses, com a expectativa de consolidar o bloco e definir a composição que será apresentada para a eleição da nova Mesa Diretora.

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