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FÁBIO GARCIA, JUAREZ, IRAJÁ, CORONEL ASSIS E CORONEL FERNANDA ESTÃO ENTRE OS MAIS LEMBRADOS PARA DEPUTADO FEDERAL EM MT

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disputa pelas oito cadeiras de Mato Grosso na Câmara dos Deputados começa a ganhar contornos mais definidos na reta final das eleições de 2026.

Levantamento espontâneo do Instituto Data Index, divulgado em setembro, aponta Fábio Garcia (União Brasil) com 4% das citações, seguido por Juarez Costa (Republicanos), com 3,56%, e Irajá Lacerda (PSD), com 3,5%.

Coronel Assis (PL) aparece com 3% das menções, enquanto Coronel Fernanda (PL) também figura entre os nomes lembrados pelos eleitores em outros levantamentos recentes.

Na pesquisa Percent Brasil divulgada anteriormente, Fábio Garcia registrou 2,9%, Coronel Assis 2,6%, Juarez Costa 2,3% e Coronel Fernanda 2,1%.

Os números mostram um cenário ainda aberto: na pesquisa Data Index, 46,42% dos entrevistados não citaram nenhum candidato ou não responderam. Além disso, por se tratar de eleição proporcional, a distribuição das oito cadeiras depende também do desempenho dos partidos e federações.

📊 Pesquisa Data Index
• Fábio Garcia — 4%
• Juarez Costa — 3,56%
• Irajá Lacerda — 3,50%
• Coronel Assis — 3%
• Coronel Fernanda — 2,56%

📍 Mato Grosso terá oito vagas em disputa para a Câmara dos Deputados.

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Mato Grosso

TCE descobre R$ 115 mil em multas sem responsáveis e pune ex-prefeito de Poconé

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O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) apontou falhas no controle da frota da Prefeitura de Poconé e responsabilizou três ex-gestores da administração municipal. Entre os problemas identificados está o acúmulo de mais de R$ 115 mil em multas de trânsito sem que o município instaurasse procedimentos para identificar os responsáveis pelas infrações e buscar o ressarcimento dos valores aos cofres públicos.

A representação foi julgada procedente pelo Tribunal, que aplicou multa individual de R$ 2,9 mil ao ex-prefeito Tatá Amaral, ao ex-secretário municipal de Infraestrutura, Ney Rondon, e ao ex-diretor de Transporte, Naudson Luis Bastos de Andrade. Juntas, as penalidades chegam a aproximadamente R$ 8,7 mil.

 

 

A auditoria identificou ainda problemas na própria utilização dos veículos oficiais. Segundo o TCE, 47 pessoas conduziam carros da Prefeitura sem autorização formal ou sem estarem oficialmente investidas na função de motorista.

Durante a análise, foram verificadas 68 carteiras de habilitação. Apenas 21 pertenciam a pessoas registradas formalmente como motoristas do município.

Falhas iam além das multas

O levantamento apontou outras deficiências na administração da frota, como ausência de controle individualizado de abastecimento e manutenção, falta de vistorias e checklists e veículos com licenciamento vencido.

Também foram identificadas falhas no controle de peças e o descumprimento de uma determinação anterior do próprio Tribunal de Contas. Para o relator do processo, conselheiro Alisson Alencar, o conjunto das irregularidades ultrapassou uma simples falha administrativa.

 

Na decisão, ele classificou a conduta dos gestores como marcada por “evidente desídia” na administração da frota e na proteção do patrimônio público. “A extensão das falhas identificadas, a natureza elementar dos controles negligenciados e, sobretudo, a persistência das irregularidades mesmo após a atuação da Unidade de Controle Interno e desta Corte de Contas afastam a hipótese de mero equívoco administrativo.”

Ainda conforme o relator, as circunstâncias caracterizaram erro grosseiro suficiente para responsabilizar os três ex-gestores.

Ex-prefeito apresentou defesa

Durante o processo, Tatá Amaral contestou as conclusões da auditoria e afirmou que o relatório do Controle Interno apontava apenas fragilidades no controle de abastecimento da frota.

A defesa sustentou que não havia comprovação de desvio de recursos, dano ao erário ou irregularidade praticada por agentes específicos. O ex-prefeito também alegou não ter agido com dolo ou erro grosseiro e questionou a necessidade de abertura de sindicância, processo administrativo ou tomada de contas.

Tatá Amaral e Ney Rondon apresentaram defesa dentro do prazo. Naudson Bastos, embora regularmente citado, não se manifestou e teve a revelia decretada pelo Tribunal.

Prefeitura terá 180 dias para corrigir falhas

Além das multas aos ex-gestores, o TCE determinou que a atual administração de Poconé adote medidas para melhorar o controle da frota municipal.

A Prefeitura terá 180 dias para implementar os procedimentos determinados pelo Tribunal.

Entre as medidas está a abertura de processos para identificar os responsáveis pelas infrações de trânsito, calcular os valores envolvidos e adotar providências para tentar recuperar os recursos aos cofres públicos.

A determinação também busca evitar a repetição das falhas apontadas durante a fiscalização.

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