Mato Grosso

Força Tática da PM e PRF apreendem 19 tabletes de pasta base de cocaína em Várzea Grande

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Mato Grosso

Ação conjunta das Forças Táticas do 1º e 6º Comandos Regionais da Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal (PRF) resultou na apreensão de 19 tabletes de pasta base de cocaína, nesta terça-feira (28.10), em Várzea Grande. Na ação, um homem, de 38 anos, foi preso em flagrante por tráfico ilícito de drogas.

Por volta de 10h45, durante patrulhamento conjunto das forças de segurança, as equipes policiais seguiram até a um posto de gasolina, na rodovia dos Imigrantes, e realizaram abordagem a um Fiat Pálio branco, com suspeita de transporte de ilícitos.

Nas buscas ao carro, os policiais localizaram uma caixa térmica, no porta-malas, onde estavam os 19 tabletes de pasta base de cocaína. Os policiais verificaram ainda que as drogas estavam em meio a quantidades de café, para disfarçar o odor do entorpecente.

O suspeito motorista do carro foi identificado e recebeu voz de prisão em flagrante. Não foi informado por ele qual seria a origem ou destino do transporte das drogas.

O homem foi conduzido para a Central de Flagrantes para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais providências necessárias.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Janete Riva negocia acordo e juíza suspende ação sobre desvio na AL

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A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, suspendeu por 30 dias a ação de improbidade administrativa contra a ex-secretária Janete Riva, pelo desvio de um cheque de R$ 12 mil usado para a compra de gado.

O pedido foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que solicitou a suspensão por 90 dias. O motivo alegado foi que as partes estavam conversando para tentar um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC), uma espécie de “confissão” para resolver o caso sem uma sentença condenatória definitiva.

O próprio MP foi quem ajuizou a ação, acusando Janete Riva de ter participado de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na década de 2000.

 

A suspeita é que o esquema pagava empresas “fantasmas” por serviços que nunca foram prestados, a fim de desviar o dinheiro público. No caso de Janete, foi apontado que um dos cheques, no valor de R$ 12 mil, emitido para uma dessas empresas, acabou sendo usado para pagar a compra de 200 cabeças de gado para ela.

O marido de Janete, o ex-deputado estadual José Riva, era réu nesse mesmo processo, mas o caso contra ele foi encerrado porque fez um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, confessando sua participação nos desvios.

Janete já havia sido condenada a devolver R$ 6 mil em 1ª instância, porém, em fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou essa condenação, inocentando-a por falta de provas.

“Assim, defiro parcialmente o pedido do requerente e suspendo o processo pelo prazo de trinta (30) dias, prazo este que se mostra proporcional, razoável e suficiente para a finalidade almejada, sem comprometer a duração razoável do processo”, decidiu a magistrada.

Se o acordo for fechado, o processo pode ser resolvido sem a necessidade de uma sentença condenatória definitiva. Caso não aconteça o acordo, o processo seguirá para a fase instrutória.

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