Mato Grosso
Janaina defende MDB com ‘aliança ampla’ para manter cadeiras
Mato Grosso
A presidente do MDB em Mato Grosso, deputada Janaina Riva, afirmou que a chapa para a bancada federal “está praticamente fechada”. A meta da sigla é ao menos conseguir manter as atuais duas das oito cadeiras de Mato Grosso.
Segundo ela, a chapa proporcional terá critérios de representação regional, social e nomes competitivos.
“Estamos dialogando com lideranças em todas as regiões do estado, avaliando nomes competitivos, com representatividade regional, social e partidária”, disse Janaina ao MidiaNews sobre o perfil ideal de pré-candidatos.
“A definição da chapa para a Câmara dos Deputados não deve ser um processo apressado e de improviso. A ideia é fechar a chapa com responsabilidade, equilíbrio e força eleitoral”, acrescentou.
O partido deve enfrentar dificuldades em manter a representatividade em Brasília. Isso porque os deputados federais Juarez Costas e Emanuelzinho devem migrar para o Republicanos e PSD, respectivamente. Sem os dois e sem o ex-federal Carlos Bezerra, que se aposentou, mas era um puxador de votos, o MDB pode ficar sem nomes em Brasilia.
Devem tentar disputar uma vaga pelo partido o ex-prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, os vereadores Professora Silvana Perin, de Sorriso, e Ibrahim Zaher, de Rondonópolis, e o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Mato Grosso (Creci-MT), Claudecir Contreira.
“O MDB é um partido de diálogo, e a construção passa necessariamente por alianças amplas, responsáveis e programáticas”, acrescentou Janaina.
Foco de candidatos
Janaina defendeu que a campanha de 2026 do MDB foque no debate e soluções concretas para os temas sociais, como a defesa das mulheres, fortalecimento da saúde e segurança pública, entre outros.
“Mato Grosso lidera índices de feminicídio e violência contra a mulher e isso não é um dado abstrato, é uma realidade que chega todos os dias ao meu gabinete”, destacou um dos temas que será central no seu debate
Cuiabá
Governador declara facções criminosas como organizações terroristas
O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.
Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.
“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.
Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.
O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.
O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.
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