Mato Grosso

Janaina Riva descarta desistência e diz que só responderá críticas necessárias na campanha

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Deputada estadual Janaína Riva (MFB), presidente do partido em Mato Grosso, afirmou em entrevista à imprensa que nada a fará desistir da disputa do Senado da República na eleição deste ano. Mais ainda, acrescentou que durante o período eleitoral, caso sofra ataques da oposição, só vai responder o que julgar necessário e importante.

“Não existe pressões para que eu desista. Existe o natural, que são aqueles que ainda tentam se encaixar na chapa, mas nada fora do comum com relação a isso”, destacou a presidente do MDB mato-grossense.

“Até porque, tendo hoje um partido para comandar, isso me dá uma liberdade do que a gente quer fazer e do que a gente deseja dentro do MDB. Não vejo nenhuma pressão nesse sentido”, emendou a deputada.

“Hoje nada me faz desistir. Absolutamente nada!. Até nos aspectos pessoais, familiares, dentro de casa, com meu marido, com os filhos…com a família. É pacífico já a minha candidatura”, disse.

Por fim, Janaína Riva afirmou ainda que são vai responder as críticas que críticas que forem necessárias. “Vou escolher o que vou responder. Só vou responder aquilo que eu achar que convém. Aquilo que achar que não convém, vai ficar sem resposta. Quando eu considerar importante pra mim, daí sim, eu vou responder. Essa questão eleitoral pra mim é muito clara: obviamente que os candidatos que são mais favoritos, eles serão mais atacados”, completou a parlamentar.

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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