Mato Grosso

Janaina Riva descarta qualquer possibilidade de recuo em disputar o Senado

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A deputada estadual Janaina Riva (MDB) afirmou que a decisão de disputar uma vaga no Senado Federal nas eleições de 2026 já está tomada e não depende de acordos políticos ou disputas internas. Segundo a parlamentar, a pré-candidatura é um projeto consolidado e não há espaço para retrocessos.

Em entrevista ao programa Veja Bem MT, Janaina afirmou que a iniciativa conta com respaldo da executiva estadual do MDB e também com apoio familiar. Ela avaliou que as movimentações de outros nomes interessados na disputa fazem parte do cenário eleitoral e não alteram seus planos.

Na condição de presidente estadual do MDB, a deputada ressaltou que tem autonomia para conduzir os rumos do partido e definir sua trajetória política. Para ela, não existe qualquer tipo de pressão interna, apenas o ambiente natural de competição entre pré-candidatos que buscam viabilizar seus projetos.

Ao ser questionada sobre a possibilidade de desistência, Janaina foi categórica ao afirmar que a hipótese está descartada. Segundo ela, a decisão já foi debatida amplamente tanto no campo político quanto no pessoal, não havendo obstáculos para seguir adiante.

A parlamentar também disse estar preparada para o acirramento do debate e para eventuais ataques durante o período eleitoral. Na avaliação dela, candidatos considerados fortes costumam ser mais visados, mas isso não a preocupa.

Janaina afirmou que pretende se posicionar apenas diante de críticas que considere relevantes e disse encarar as disputas como parte do processo democrático. Com duas vagas em jogo para o Senado em Mato Grosso em 2026, o cenário tem impulsionado articulações e ampliado o número de pré-candidaturas no Estado.

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Cuiabá

Ilde Taques intensifica articulação para disputar presidência da Câmara de Cuiabá

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O vereador Ilde Taques (Podemos) afirmou nesta quinta-feira (16) que continua em articulação para viabilizar sua candidatura à Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá. Segundo ele, o momento é de intensificar o diálogo com os demais vereadores, independentemente de posicionamento político, com o objetivo de consolidar apoios até a votação.

Taques ressaltou que o processo depende de construção coletiva e que a definição passa, necessariamente, pela capacidade de articulação dentro da Casa.

“É um processo eleitoral, como todos os outros. Até o dia da eleição, a gente tem que trabalhar o voto. São 27 vereadores; independentemente de base ou posição independente, todos votam. E a gente, até o dia 25, vai continuar trabalhando esse voto dos pares”, afirmou.

Ilde também detalhou a composição da chapa que vem sendo construída, reunindo parlamentares de diferentes partidos. A vereadora Paula Calil (PL) foi convidada para assumir a primeira secretaria, enquanto Eduardo Magalhães (Republicanos) deve ficar com a vice-presidência e Michelly Alencar (União) com a segunda vice-presidência.

“Nós estamos definindo apenas uma vaga de segundo secretário. Hoje nós temos a cabeça de chapa com Ilde, presidente. A vereadora Paula foi convidada para ser primeira secretária. O vereador Eduardo Magalhães, como vice-presidente. E a vereadora Michelly como segunda vice-presidente”, explicou

Ao comentar a possibilidade de mudança no regimento interno que permitiria reeleições consecutivas, o vereador demonstrou preocupação com os impactos para a democracia.

“Isso seria um retrocesso para a Câmara Municipal de Cuiabá. Se isso acontecer, o presidente pode ficar seis anos no poder, se perpetuando. Isso é muito ruim para a democracia e para o cidadão cuiabano. Imaginem só seis anos com o mesmo presidente. Eu não acredito que isso vá acontecer”, concluiu.

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