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Jornalismo de Mato Grosso perde Eraldo Soares de Freitas, referência em comunicação e pesquisa eleitoral

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O jornalismo mato-grossense amanheceu mais silencioso nesta madrugada com a notícia da morte do jornalista Eraldo Soares de Freitas, um dos nomes mais respeitados da comunicação no Estado.

Natural de Itiquira, Eraldo construiu uma trajetória sólida ao longo de mais de 30 anos de profissão. Pai de seis filhos, era reconhecido não apenas pelo compromisso com a informação, mas também pelo espírito empreendedor e pela dedicação incansável ao trabalho.

Sócio-proprietário da empresa de jornalismo SBC Brasil e também da SBC Dados, ele se destacou na realização de pesquisas eleitorais e levantamentos estratégicos que embasaram decisões de grandes lideranças políticas em Mato Grosso, entre elas o ex-governador Júlio Campos. Seu trabalho sempre foi marcado por seriedade técnica, precisão nos dados e credibilidade no mercado.

Apaixonado por tecnologia, Eraldo acompanhava de perto as transformações do jornalismo digital e buscava constantemente inovação, acreditando que a comunicação precisava evoluir junto com as ferramentas e plataformas modernas.

No dia 20 de fevereiro, ele sofreu um AVC e estava internado na UTI do Pronto-Socorro de Várzea Grande. Apesar dos esforços médicos, não resistiu e faleceu na madrugada desta terça-feira.

A partida de Eraldo Soares de Freitas representa uma grande perda para o jornalismo mato-grossense. Profissional experiente, pesquisador respeitado e empresário da comunicação, ele deixa um legado de dedicação, ética e contribuição efetiva para a informação de qualidade no Estado.

Familiares, amigos, colegas de profissão e lideranças políticas lamentam a perda e prestam homenagens a quem dedicou a vida a informar, analisar e contribuir para o fortalecimento da democracia em Mato Grosso.

O jornalismo perde um profissional. Mato Grosso perde uma voz experiente.

A comunicação perde um apaixonado pela verdade e pela tecnologia.

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Cuiabá

Comerciantes impulsionam economia no Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes

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Com foco nos comerciantes da região, o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes segue movimentando a economia local e fortalecendo a agricultura familiar. Realizado às margens da MT-251, o evento reúne produtores e trabalhadores que encontram na tradição do milho uma importante fonte de renda e visibilidade.

Presidente da Associação dos Pamonheiros e à frente da organização desde a primeira edição, Katia Maraiki Schroeder destaca o crescimento contínuo do festival e o impacto direto para quem vive da produção. “Esse evento é muito importante para nós. A cada ano o sucesso é maior. Aumentou a quantidade de milho e de produtores. Começamos com nove e hoje já são 14, e só cresce”, informou.

A diversidade de produtos também chama atenção e amplia as oportunidades de venda ao longo dos dias de evento.

“Hoje tem uma variedade muito grande: licor de milho, bolinho frito, picolé de pamonha, cural, milho cozido e bolo. A cada ano aumenta mais. E os preços são acessíveis, entre R$ 10 e R$ 15, para todo mundo poder consumir”, disse Katia.

Além das tradicionais pamonhas doces, salgadas e recheadas, o público encontra variedade de produtos derivados do milho ao longo do festival. Entre eles estão cural, milho cozido, bolos, doces e até licor de milho, reforçando a diversidade gastronômica e a identidade cultural da região.

A expectativa de público também reforça o potencial econômico para os comerciantes. “A gente calcula entre 4 mil e 5 mil pessoas por dia, porque aqui é rota de passagem. Muita gente para, consome e segue viagem. Isso movimenta bastante.”

Na ponta da venda, quem também sente esse impacto é o comerciante Léo Rodriguez, que trabalha em uma das pamonharias participantes e destaca os produtos mais procurados.

“A nossa especialidade é o caldo de quenga, que é um prato típico, mas também temos pamonha doce e salgada, cural, bolo de milho e sopa paraguaia. O que mais sai é a pamonha e o caldo”, contou.

Com opções variadas, os preços seguem uma média acessível, o que ajuda a atrair consumidores. Para além das vendas, Léo reforça o papel social do festival na geração de renda para trabalhadores da comunidade.

“Ajuda muito, principalmente quem trabalha de forma informal. É uma renda extra, um complemento. Além disso, o pessoal divulga o próprio trabalho, que já é tradição. Isso aqui alimenta muitas famílias”, comentou.

Com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá e presença do prefeito Abilio Brunini na abertura, o festival segue até o dia 21 de abril, consolidando-se como um dos principais eventos gastronômicos e culturais da região.

Segundo o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão, o festival vai além da valorização cultural e tem impacto direto na economia, ao envolver centenas de trabalhadores e movimentar toda a cadeia produtiva do milho, da produção à comercialização.

“Isso impacta diretamente na economia. São cerca de 300 pessoas trabalhando no evento, desde a produção até as barracas. É um ciclo completo, da terra ao balcão, que gera renda, fortalece a agricultura familiar, garante alimento de qualidade e ainda fecha com sustentabilidade, reaproveitando os resíduos na própria produção”, pontuou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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