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Max acredita em reversão de embargo europeu à carne brasileira: “Já superamos crises piores”

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi, afirmou acreditar que o Governo Federal conseguirá reverter a exclusão do Brasil da lista de países autorizados a exportar carnes e produtos de origem animal para a União Europeia.

Segundo Max, o país já enfrentou situações semelhantes no passado e conseguiu superar as dificuldades.

“É ruim, mas nós já tivemos outros momentos com problemas parecidos e até piores, e a gente superou. Então, a gente tem condição de fazer essa discussão, essa conversa, e espero que o governo federal, os responsáveis por esse diálogo, façam da forma mais rápida possível e mais clara possível, porque realmente prejudica bastante um setor importante do nosso cenário, o setor animal, que gera muita exportação e muitas divisas para todo o país”, disse em entrevista nesta quarta-feira (13), na Assembleia Legislativa.

A decisão da União Europeia de suspender as exportações brasileiras de produtos de origem animal foi anunciada nesta terça-feira (12). A medida passa a valer a partir de 3 de setembro.

Segundo autoridades europeias, o Brasil não apresentou garantias suficientes sobre o controle do uso de antimicrobianos na pecuária.

Na prática, isso significa que produtos brasileiros como carne bovina, carne de frango, ovos, mel, peixes e animais vivos destinados à alimentação poderão deixar de entrar no mercado europeu caso o governo brasileiro não consiga atender às exigências sanitárias até a data-limite.

Em nota, o Ministério da Agricultura e Pecuária afirmou ter recebido “com surpresa” a decisão da União Europeia de retirar o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal e declarou que irá adotar medidas para reverter a situação.

“O Governo do Brasil tomará prontamente todas as medidas necessárias para reverter essa decisão, voltar à lista de países autorizados e garantir o fluxo de vendas desses produtos para o mercado europeu”, destacou o comunicado.

Nota na íntegra

O governo brasileiro recebeu, hoje (12/5), com surpresa, a notícia da retirada do Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal destinados ao consumo humano para a União Europeia, a partir de 3 de setembro de 2026.

A decisão decorre do resultado da votação realizada hoje no âmbito do Comitê Permanente para Plantas, Animais, Alimentos e Ração da Comissão Europeia, que aprovou uma atualização dessa listagem. Vale ressaltar que, no momento, as exportações brasileiras de produtos de origem animal seguem normalmente.

O Governo do Brasil tomará prontamente todas as medidas necessárias para reverter essa decisão, voltar à lista de países autorizados, e garantir o fluxo de vendas desses produtos para o mercado europeu, para o qual exporta há 40 anos.

O chefe da Delegação do Brasil junto à União Europeia já tem reunião agendada para amanhã (13/5) com as autoridades sanitárias do bloco para buscar explicações sobre a decisão.

Detentor de um sistema sanitário robusto e de qualidade internacional reconhecida, o Brasil é o maior exportador do mundo de proteínas de origem animal e o principal fornecedor de produtos agrícolas ao mercado europeu.

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Mato Grosso

Otaviano Pivetta anuncia estudo para redução de despesas e enxugamento da máquina

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O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), anunciou, na tarde desta quarta-feira (21), um estudo para redução de despesas e enxugamento da máquina.

O chefe do executivo estadual afirmou que uma equipe de dez servidores de carreira trabalha na elaboração das medidas, que deverão ser apresentadas até o fim da próxima semana.

Entre os integrantes do grupo está a vice-governadora eleita Gisela Simona (União Brasil), que participa diretamente das discussões sobre a reestruturação administrativa. Gisela atualmente está lotada como assessora especial da Csa Civil.

Segundo o governador, o plano contemplará redução de gastos, contenção de despesas, modernização dos sistemas e simplificação dos processos de transferência de recursos aos municípios . A intenção é diminuir o peso do Estado sobre o contribuinte e tornar a gestão mais eficiente.

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