Mato Grosso
Max Russi destaca aprovação de projetos que reincorporam Santo Antônio de Leverger
Mato Grosso
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, em segunda votação, nesta segunda-feira (22), os Projetos de Lei nº 1988 e nº 1989, que tratam da reincorporação de áreas ao município de Santo Antônio de Leverger. Presidente da Casa, o deputado estadual Max Russi é coautor das propostas, que seguem agora para sanção do governador Mauro Mendes.
Segundo a justificativa, os projetos buscam garantir a proteção e o reconhecimento de valores culturais, ambientais, urbanísticos e patrimoniais relevantes para a história local e regional.
Max Russi destacou que a medida é estratégica, especialmente diante das mudanças da reforma tributária, que passará a considerar o número de habitantes como critério central de arrecadação. Ele também ressaltou a visão da prefeita Francieli na preparação do município para o futuro.
Com a aprovação, áreas e comunidades consolidadas como o Morro de Santo Antônio, o distrito de Mimoso, Morrinho, Parque Árica, Engenho Velho e outras localidades passam a integrar oficialmente o território de Santo Antônio de Leverger.
Os projetos são de autoria do deputado Wilson Santos (PSD) e contam com coautoria de Max Russi, Eduardo Botelho e Nininho.
Cuiabá
Governador declara facções criminosas como organizações terroristas
O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.
Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.
“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.
Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.
O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.
O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.
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