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Patrocínio da Secel proporciona aulas de balé, capoeira, karatê, ritmos, natação, jiu-jitsu e treinamento funcional

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Projeto patrocinado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), no valor de R$ 400 mil, via emenda parlamentar, beneficia 500 participantes de comunidades em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa oferece aulas gratuitas, com professores capacitados, de balé, capoeira, karatê, ritmos, natação, jiu-jitsu e treinamento funcional. Idealizado pelo Instituto Realize, o projeto abrange o interior do Estado, os municípios de São José do Rio Claro, Guarantã do Norte, Ipiranga do Norte e, dois bairros de Cuiabá, Ribeirão do Lipa e Jardim Industriário II.

O instituto fornece gratuitamente todo o material necessário para a prática das atividades, como quimonos, uniformes de ballet e equipamentos esportivos, removendo a barreira financeira que, por vezes, impede o acesso às atividades. Expandindo o sucesso de edições anteriores realizadas na Capital, o RealizAção chega ao interior com o objetivo de fortalecer vínculos comunitários e promover cidadania.


“Não estamos apenas oferecendo uma aula de esporte, estamos levando uma estrutura de ponta para dentro das comunidades. Quando entregamos um uniforme e colocamos um professor qualificado em municípios que muitas vezes carecem dessas opções gratuitas, estamos entregando dignidade e novas perspectivas para essas famílias”, destaca a coordenação do projeto.

A grade de atividades foi desenhada para atender a vocação e a demanda de cada localidade. Abrange desde artes marciais até atividades rítmicas e aquáticas. No Ribeirão do Lipa, em Cuiabá, por exemplo, são ministradas aulas de balé e capoeira. Já no Bairro Jardim Industriário II, por sua vez, as aulas são de karatê e ritmos. Em São José do Rio Claro, os alunos têm capacitação em natação e balé, enquanto em Guarantã do Norte recebem capoeira e jiu-jítsu. Já o município de Ipiranga do Norte, tem atendimento de ritmos e treinamento funcional.

As aulas ocorrem em espaços parceiros dentro das próprias comunidades para facilitar o deslocamento e garantir a frequência dos alunos. Além do desenvolvimento físico e motor, o projeto possui um forte viés pedagógico, trabalha valores como disciplina, respeito e trabalho em equipe. O início das aulas nesta semana marca a consolidação da primeira etapa, que prevê um calendário contínuo de atividades ao longo dos próximos meses. O ápice são eventos de integração e mostras culturais.

Além de patrocínio do Governo de Mato Grosso, via Secel, o projeto do Instituto Realize recebe incentivo financeiro da Assembleia Legislativa, e conta com o apoio institucional do Instituto Criar.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Janete Riva negocia acordo e juíza suspende ação sobre desvio na AL

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A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, suspendeu por 30 dias a ação de improbidade administrativa contra a ex-secretária Janete Riva, pelo desvio de um cheque de R$ 12 mil usado para a compra de gado.

O pedido foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que solicitou a suspensão por 90 dias. O motivo alegado foi que as partes estavam conversando para tentar um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC), uma espécie de “confissão” para resolver o caso sem uma sentença condenatória definitiva.

O próprio MP foi quem ajuizou a ação, acusando Janete Riva de ter participado de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na década de 2000.

 

A suspeita é que o esquema pagava empresas “fantasmas” por serviços que nunca foram prestados, a fim de desviar o dinheiro público. No caso de Janete, foi apontado que um dos cheques, no valor de R$ 12 mil, emitido para uma dessas empresas, acabou sendo usado para pagar a compra de 200 cabeças de gado para ela.

O marido de Janete, o ex-deputado estadual José Riva, era réu nesse mesmo processo, mas o caso contra ele foi encerrado porque fez um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, confessando sua participação nos desvios.

Janete já havia sido condenada a devolver R$ 6 mil em 1ª instância, porém, em fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou essa condenação, inocentando-a por falta de provas.

“Assim, defiro parcialmente o pedido do requerente e suspendo o processo pelo prazo de trinta (30) dias, prazo este que se mostra proporcional, razoável e suficiente para a finalidade almejada, sem comprometer a duração razoável do processo”, decidiu a magistrada.

Se o acordo for fechado, o processo pode ser resolvido sem a necessidade de uma sentença condenatória definitiva. Caso não aconteça o acordo, o processo seguirá para a fase instrutória.

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