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Pesquisa mostra Jayme Campos como o mais rejeitado para o governo de Mato Grosso

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O senador Jayme Campos (União) é o mais rejeitado na disputa pelo Governo do Estado nas eleições de 2026 em Mato Grosso. É o que aponta uma pesquisa de opinião pública elaborada pelo instituto IPCM Pesquisas. De acordo com o levantamento, 13% dos entrevistados afirmaram que não votariam em Campos de jeito nenhum.

Na sequência do ranking de rejeição aparecem o senador Wellington Fagundes (PL), com 12%, e o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), com 11%. A médica Natasha Slhessarenko (PSB) tem rejeição de 4%, enquanto o deputado estadual Max Russi (PSB) aparece com 3% e a deputada estadual Janaina Riva (MDB) com 2%.

 

Ainda segundo a pesquisa, 37% dos entrevistados disseram não saber ou não opinaram sobre rejeição, e 4% afirmaram que votariam em branco ou nulo.

 

A pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 20 de dezembro de 2025, com 1.200 entrevistas presenciais em Mato Grosso. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento não foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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