“Eu acho que o Wellington está dando um tiro no pé. Mas aí é o Wellington Fagundes, a decisão é dele. Hoje eu estaria muito desconfortável, com possibilidade de não apoiá-lo. E, falo isso porque hoje não dá para subir num palco com os Campos”, disse a prefeita.
A prefeita sinalizou incômodo com a possibilidade dessa aliança, avaliando que a aproximação entre os dois grupos políticos pode enfraquecer o projeto do PL no estado. Embora não tenha anunciado formalmente o rompimento, Flávia deixou claro que o apoio do seu grupo político não é automático diante desse cenário.
A possível dobradinha entre Wellington Fagundes e Jayme Campos vem sendo comentada no meio político como uma tentativa de unir forças tradicionais da política mato-grossense. A estratégia incluiria, além da aproximação entre os dois senadores, a participação direta de familiares, especialmente das esposas, como forma de ampliar o capital eleitoral e consolidar alianças regionais. Lucimar Campos, que já governou Várzea Grande por dois mandatos, é vista como um nome com forte recall eleitoral e trânsito entre diferentes grupos.







