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Presidente da Nova Rota do Oeste, Cidinho Santos descarta ser vice de Otaviano Pivetta

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Uma das fortes lideranças do PP em Mato Grosso, o ex-senador Cidinho Santos descartou a possibilidade de integrar como vice na chapa encabeçada por Otaviano Pivetta (Republicanos) ao Governo do Estado, na eleição do ano que vem.

Cidinho revelou que Pivetta já conversou com ele pessoalmente sobre a possibilidade, mas que foi rapidamente negada. Isso porque, para ele, o perfil do eleitorado dos dois é parecido e não agregaria.

“O Pivetta já conversou diretamente comigo sobre isso e falei: ‘Nós temos que ter um vice que possa agregar na chapa’. O perfil das pessoas que votam no Pivetta seria mais ou menos o perfil das pessoas que votariam em mim, que são empresários, produtores…”, disse Cidinho em entrevista à Rádio Jovem Pan de Sinop.

O ex-senador defendeu que o nome para compor a chapa a vice de Pivetta seja uma mulher.

“Para agregar na chapa dele seria uma mulher da baixada cuiabana. Acho que isso agregaria muito mais na chapa dele e o ajudaria a ganhar a eleição”, afirmou.

Questionado se pode ser a vereadora e primeira-dama de Cuiabá Samantha Iris (PL), Cidinho preferiu não citar nomes. “Tem ela, mas tem outros nomes”, disse.

Cabeça de chapa

Cidinho também é tratado nos bastidores como sendo uma opção do grupo para se candidatar como governador na eleição do ano.

Na entrevista, ele admitiu que o grupo político do governador Mauro Mendes trabalha a possibilidade, caso Pivetta não consiga se viabilizar até o ano que vem.

No entanto, endossa o apoio ao colega. “Essa possibilidade é discutida no grupo. Mas não deveríamos dar vasão a ela. O nosso foco é construir a reeleição do Pivetta e depois de quatro anos tem outras eleições…”, disse.

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Faissal articula bloco de até 12 deputados para apoiar reeleição de Max Russi e disputar primeira-secretaria

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O deputado estadual Faissal Calil (PL) articula a formação de um bloco de até 12 parlamentares para apoiar a reeleição de Max Russi (Podemos) à presidência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Em contrapartida, o grupo pretende conquistar a primeira-secretaria da Casa, um dos principais cargos da Mesa Diretora.

A eleição está prevista para ocorrer após a posse dos deputados eleitos, marcada para 1º de fevereiro de 2027. A primeira-secretaria é considerada uma das funções mais importantes da estrutura administrativa do Legislativo, com atribuições relacionadas ao orçamento da Assembleia.

Negociação envolve diferentes partidos

A articulação reúne parlamentares do PL, Republicanos e União Brasil. Em entrevista à Rádio Cultura nesta terça-feira (20), Faissal afirmou que pretende reunir os deputados interessados e, posteriormente, apresentar a Max Russi uma proposta conjunta de apoio à permanência do parlamentar na presidência.

“A nossa questão é a primeira-secretaria. E nós vamos fazer um grupo e vamos chamar o Max. Aqui estão os votos que você precisa para ser presidente, e nós queremos a primeira-secretaria”, afirmou o deputado

Além de Faissal, demonstraram interesse em disputar a primeira-secretaria os deputados Diego Guimarães (Republicanos), Dilmar Dal Bosco (União Brasil) e Chico Guarnieri (PSDB). Segundo Faissal, a intenção é construir uma candidatura de consenso entre os integrantes do bloco.

O parlamentar também afirmou que já iniciou conversas com os outros três deputados eleitos pelo PL: Gilberto Cattani, Samanatha Iris e Alcino Barcelos. O deputado Dr. Eugênio de Paiva (Republicanos) também teria manifestado apoio à articulação, embora não pretenda disputar o cargo.

PL reivindica maior espaço na Mesa Diretora

Faissal defende que o PL tenha prioridade na escolha do primeiro-secretário devido ao crescimento da bancada nas eleições deste ano. O partido passou de dois para quatro deputados estaduais eleitos e deverá formar a segunda maior bancada da próxima legislatura, atrás apenas do Podemos, que elegeu seis parlamentares.

Para o deputado, o resultado eleitoral justifica uma participação mais expressiva da sigla nos espaços de decisão da Assembleia.

“O PL tem que ser protagonista em todas as esferas de poder, inclusive na Assembleia Legislativa. A gente tem a segunda maior bancada da Assembleia, nada mais justo de termos a primeira-secretaria”, declarou.

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Faissal também destacou que o PL ainda não ocupou a presidência nem a primeira-secretaria da Assembleia e avaliou que o momento é favorável para o partido conquistar uma das principais posições da Mesa Diretora.

Faissal foi reeleito com mais de 41 mil votos

Em seu terceiro mandato, Faissal afirmou ser o mais experiente entre os quatro deputados eleitos pelo PL e disse estar preparado para assumir a primeira-secretaria.

O parlamentar foi reeleito com 41.039 votos, o equivalente a 2,13% dos votos válidos, segundo os dados mencionados na reportagem.

As negociações devem avançar nos próximos meses, com a expectativa de consolidar o bloco e definir a composição que será apresentada para a eleição da nova Mesa Diretora.

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