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Clínica odontológica terá que pagar quase R$ 22 mil a paciente por falha em prótese em Cuiabá

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Uma paciente que contratou um tratamento odontológico para colocação de prótese dentária enfrentou uma série de problemas após a conclusão do serviço. Segundo consta no processo, a prótese apresentou má adaptação, provocando dores, desconforto constante e dificuldades para mastigar, o que comprometeu sua rotina e bem-estar.

Diante da situação, ela buscou a rescisão do contrato e a devolução dos valores pagos pelo tratamento, além de indenização por danos morais. O argumento central foi de que o serviço não atingiu o resultado esperado, tornando a prótese inadequada para uso.

O pedido foi acolhido, fixando a devolução integral de R$ 13,8 mil, valor pago pelo tratamento, e o pagamento de R$ 8 mil por danos morais. A clínica apresentou recurso com o objetivo de reduzir a condenação, mas o pedido foi rejeitado por unanimidade.

A empresa sustentou que realizou dezenas de atendimentos ao longo de mais de um ano e que, caso houvesse defeito, ele estaria restrito à prótese, o que justificaria restituição apenas parcial. Também alegou cerceamento de defesa e questionou a fundamentação adotada na condenação.

Ao analisar o caso, o relator, juiz convocado Marcio Aparecido Guedes, destacou que, em tratamentos odontológicos dessa natureza, o profissional assume uma obrigação de resultado. Isso significa que o que importa é a entrega de uma prótese funcional e adequada. Se o resultado final não atende às necessidades do paciente, todo o tratamento é considerado comprometido.

Sobre as alegações processuais, foi apontado que o processo já reunia provas suficientes para o julgamento e que os fundamentos da condenação estavam claramente expostos.

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Alvo de operação contra extorsão e lavagem de dinheiro em MT é presa na praia de Copacabana

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Uma mulher, alvo da Operação Nocaute, deflagrada na última sexta-feira (18), pela Polícia Civil de Mato Grosso, teve o mandado de prisão preventiva cumprido, nesta segunda-feira (21), no Rio de Janeiro. Investigada por integrar uma facção criminosa e considerada foragida da Justiça, a suspeita, de 44 anos, foi localizada trabalhando em um quiosque na praia de Copacabana, uma das mais movimentadas da cidade.

A operação, deflagrada com base em investigações da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop, tinha como alvos integrantes do núcleo de uma facção criminosa instalada no Município, com conexões no Estado do Rio de Janeiro.

A investigada estava com o mandado de prisão expedido pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo de Sinop, pelos crimes de integrar organização criminosa e lavagem de dinheiro. A prisão foi realizada com apoio da equipe da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Segundo as investigações da Draco Sinop, a investigada foi a responsável por receber uma transferência via Pix nas horas seguintes ao pagamento de R$ 169 mil por uma vítima de crime em Sinop, em 27 de setembro de 2025. O dinheiro foi repartido em várias transferências pequenas entre diferentes pessoas, o que caracterizaria a lavagem de dinheiro.

Após a prisão, a suspeita foi conduzida ao sistema prisional feminino e ficará a disposição da Justiça do estado de Mato Grosso. A Draco de Sinop segue com as diligências para localizar os demais investigados que ainda têm mandados em aberto.

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