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Criança de três anos morre com sinais de abuso e padrasto é preso como principal suspeito

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Conteúdo/ODOC – A morte de uma menina de apenas 3 anos, com indícios de violência sexual, mobiliza a Polícia Civil em Primavera do Leste. A criança chegou sem vida a uma unidade de saúde na madrugada de domingo (3), e o padrasto, de 24 anos, foi preso como principal suspeito.

O caso foi descoberto após a equipe médica da UPA acionar o Conselho Tutelar ao identificar sinais de violência no corpo da vítima. Antes disso, o suspeito teria feito uma chamada de vídeo para a mãe da menina, afirmando que ela não acordava. A mulher, que estava no trabalho, voltou para casa e levou a filha até a unidade.

Na UPA, os profissionais tentaram reanimar a criança, mas não conseguiram. Durante o atendimento, foram constatados indícios de agressão.

Em coletiva, o delegado Honório Neto afirmou que há fortes evidências de crime sexual. Segundo ele, o padrasto estava sozinho com a criança no momento dos fatos.

“Na residência, encontramos um ambiente insalubre e impróprio para crianças. Em um dos quartos, havia materiais que podem indicar como o crime ocorreu”, declarou.

Ainda conforme a investigação, uma calcinha com manchas de sangue foi apreendida e encaminhada à Perícia Oficial (Politec), que busca identificar material genético que possa ligar o suspeito ao crime.

O homem está preso e, de acordo com a polícia, possui antecedentes criminais e havia deixado a prisão há cerca de dois meses. O caso segue sob investigação.

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Homem sequestrado por falsos policiais civis é encontrado decapitado em Várzea Grande

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Conteúdo/ODOC – Wellington Eduardo da Costa Jardim, de 35 anos, foi sequestrado dentro de casa e encontrado decapitado nesta terça-feira (11), em uma área de mata na região do Capão Grande, em Várzea Grande. Ele estava desaparecido desde a madrugada de segunda-feira (10).

Criminosos armados invadiram a residência da vítima, no bairro Residencial São Benedito, por volta das 4h40. Para entrar no imóvel, o grupo se passou por policiais civis.

Wellington e a companheira foram rendidos e mantidos sob ameaça enquanto os criminosos procuravam dinheiro e objetos de valor. O bando encontrou uma quantia em dinheiro e roubou dois celulares, sendo um Poco e um iPhone 12.

Na fuga, os criminosos levaram Wellington. A companheira permaneceu na casa e acionou a Polícia Civil.

O desaparecimento mobilizou equipes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), que passaram a realizar buscas e diligências para localizar a vítima e identificar os responsáveis.

Dois dias depois, o corpo foi encontrado em uma região de mata. Wellington estava sem a cabeça.

Com a descoberta, o caso passou a ser tratado também como homicídio. A Polícia Civil investiga quem participou da execução, onde a vítima foi morta e qual teria sido a motivação do crime. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.

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