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“Esganou até ela começar a espirrar sangue”, diz delegado sobre pai que matou filha em VG

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A Polícia Civil revelou que a a adolescente Olga Beatriz Santos da Silva, de 12 anos, começou a sangrar intensamente após ser enforcada pelo próprio pai, Claudinei da Silva, durante uma discussão dentro de casa.

De acordo com o delegado Nilson Farias, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pela investigação do caso, o suspeito confessou que apertou o pescoço da filha depois de uma discussão motivada por mensagens encontradas no celular da adolescente.

Segundo o relato prestado à Polícia Civil, o homem pegou o aparelho e passou a verificar conversas da menina no Instagram, encontrando mensagens trocadas com um garoto.

Em coletiva de imprensa, Nilson Farias afirmou que o próprio suspeito descreveu a agressão e as consequências do ato. “Ele fala que esganou ela. Isso rompe vasos sanguíneos e começou a espirrar muito sangue”, declarou o delegado.

As investigações apontam que pai e filha haviam passado parte do domingo (7) em uma festa de aniversário do avô paterno da adolescente, realizada em um clube. Conforme a Polícia Civil, Claudinei consumiu bebida alcoólica durante a comemoração e ainda apresentava sinais de embriaguez quando foi levado para a delegacia após o crime.

Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores foi a atitude do suspeito depois das agressões. Mesmo diante da gravidade da situação e ao perceber que a filha estava ferida, ele deixou a residência sem procurar ajuda ou acionar o socorro.

Para a DHPP, essa conduta reforçou o enquadramento do caso como feminicídio. A polícia sustenta que Claudinei abandonou a adolescente após a agressão, sem qualquer tentativa de prestar assistência.

Olga Beatriz foi encontrada pela mãe em um dos quartos da residência. Familiares ainda perceberam sinais de reação e a encaminharam para atendimento médico, mas a menina não resistiu.

Claudinei da Silva foi preso e permanece à disposição da Justiça. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.

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Sete são presos por embriaguez durante operações da Lei Seca em Cuiabá

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Duas Operações Lei Seca, realizadas de forma simultânea entre a noite de domingo (20) e a madrugada desta segunda-feira (21), em Cuiabá, terminaram com sete presos por embriaguez ao volante, 41 veículos removidos e 47 veículos autuados. As abordagens ocorreram na Avenida das Torres, nos bairros Santa Cruz II e Recanto dos Pássaros.

Todos os sete presos foram autuados por embriaguez ao volante. Dois deles também foram enquadrados no artigo 298, inciso III, do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), por dirigir sem possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Durante as duas ações, foram abordados 161 veículos e realizados 165 testes de alcoolemia. Ao todo, foram confeccionados 64 Autos de Infração de Trânsito (AITs) e 47 veículos foram autuados.

Do total de infrações, 25 foram aplicadas a condutores que dirigiam veículos sem registro ou não licenciados, 13 por condução sob efeito de álcool, oito por dirigir sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e quatro por recusa ao teste de alcoolemia. Outras 14 infrações foram registradas por diferentes irregularidades previstas no CTB.

Dos 41 veículos removidos para o pátio, 25 eram carros e 16 motocicletas.

As fiscalizações contaram com a atuação integrada de equipes do Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI/SESP), Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), Sistema Socioeducativo, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Penal e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec)

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