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Pivetta afirma que velha política normaliza corrupção e incompetência em MT

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*“MENTIRA, CORRUPÇÃO E INCOMPETÊNCIA”*

Governador disse haver políticos que vendem ilusão aos eleitores e não têm compromisso com resultados na gestão pública

O governador e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), avaliou que a velha política normaliza a corrupção e incompetência ao promover um “discurso fácil” com “mentiras” aos eleitores. Segundo ele, essa estratégia é um apelo que acontece nos anos de eleição.

“A velha política é aquela política da mentira, do clientelismo, do discurso fácil que quer vender ilusão a qualquer custo; vende a alma para ganhar eleição. A corrupção, a incompetência, o descaso. A falta de compromisso com o resultado”, acrescentou.

Pivetta afirmou “viver indignado” com as práticas da velha política em Mato Grosso.

Ele considera que a miséria enfrentada por parte das famílias brasileiras mostra como há políticos sem compromisso com melhorias e resultados, mesmo estando há anos na gestão pública.

“Eu, por exemplo, vivo indignado com aquilo que nós poderíamos ter feito e não fizemos ainda. Eu não me conformo que um país com as riquezas que o Brasil tem ainda tenha miséria. Não é normal”, destacou.

Por fim, Pivetta citou Várzea Grande como munícipio que desperta sua “vontade de resolver” e descartou se sentir acovardado perante as dificuldades da gestão pública em Mato Grosso.

“Mato Grosso tem regiões tão modernas, desenvolvidas e antenadas com o mundo. Nós temos cidades ao lado da capital que não tem abastecimento de água. A minha vontade é de ajudar a resolver. Vocês nunca verão em mim um cara acovardado”, completou.

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Oposição ataca prefeito Cláudio, tenta afasta lo e cassar candidatura de Alessandra, mas manobra é barrada pelo TRE

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Tribunal recusou os pedidos de emergência do AGIR contra o prefeito de Rondonópolis e sua esposa; ninguém foi afastado, nenhuma candidatura foi cassada e o partido adversário saiu de mãos vazias

O que a oposição tentou emplacar como bomba política às vésperas da eleição já tinha resposta da Justiça antes mesmo de virar notícia.
Na noite de sábado (20), o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso analisou a ação protocolada pelo diretório estadual do AGIR contra o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, e sua esposa, a candidata a deputada estadual Alessandra Ferreira, e recusou de imediato as medidas que o partido queria ver aplicadas na urgência.
O prefeito segue no cargo, a candidatura de Alessandra segue de pé e o partido adversário não conseguiu nada do que pediu.
O afastamento de Cláudio por 90 dias, a cassação do registro da candidata e a chamada “preservação de provas” todos apresentados como urgentíssimos foram rejeitados pelo Tribunal.

A decisão é direta ao expor a fragilidade da investida. Segundo o magistrado, “não se identifica, nos elementos submetidos a esta apreciação, circunstância contemporânea que demonstre risco imediato de dano grave ou de difícil reparação”. O Tribunal registrou ainda que a ação “não aponta ato concreto e contemporâneo de destruição de documentos, adulteração de registros, exclusão iminente de dados” justamente o argumento que a oposição usou para tentar tirar o prefeito do cargo. E foi taxativo ao lembrar que a mera proximidade da eleição “não supre, por si só” a exigência legal.

Sobre o pedido para proibir a candidata de associar sua imagem a qualquer obra ou evento da Prefeitura, o Tribunal classificou o requerimento como “amplo e prospectivo, alcançando situações futuras e heterogêneas”, sem razão para prosperar. O caso segue agora pelo rito normal, onde a defesa terá todas as garantias do contraditório para demonstrar, ponto a ponto, a improcedência das alegações.

Por fim, nenhuma conduta foi comprovada, nenhuma irregularidade foi reconhecida e nenhuma sanção foi aplicada.
O próprio Tribunal ressalvou que sua decisão “não contém juízo acerca da admissibilidade da ação, da plausibilidade jurídica das alegações, da ocorrência dos ilícitos narrados ou do cabimento das medidas requeridas”.

Os episódios citados são atos públicos e conhecidos de toda a população: a 52ª Exposul, a Copa Integração, o desfile de 7 de Setembro e o Caveiras Moto Festival, eventos gratuitos, abertos e voltados à comunidade, realizados dentro da legalidade e com ampla participação popular. Transformar entrada gratuita, transporte público e festas tradicionais da cidade em suposto “abuso” é desconhecer que servir à população é dever, e não crime, de qualquer gestão.

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