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Investigado por descumprir medida protetiva em Cuiabá é preso pela PC em frente de casa

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A Polícia Civil cumpriu, nesta segunda-feira (27), um mandado de prisão preventiva contra um homem de 36 anos investigado por descumprir medida protetiva de urgência em Cuiabá. A ação foi realizada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM).

O suspeito foi localizado no bairro Osmar Cabral após trabalho de monitoramento realizado pelos policiais nas proximidades de sua residência. Ele estava em frente ao imóvel quando foi abordado e preso, sem oferecer resistência.

A ordem de prisão foi expedida pela 2ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá, após representação da Delegacia da Mulher durante a investigação pelo crime de descumprimento de medida protetiva, previsto no artigo 24-A da Lei Maria da Penha.

As medidas haviam sido concedidas para proteger a ex-companheira do investigado, que procurou a Polícia Civil após relatar ameaças de morte sofridas depois do fim do relacionamento. Diante do descumprimento das determinações judiciais, a prisão preventiva foi decretada para garantir a segurança e a integridade física e psicológica da vítima.

Após os procedimentos legais, o preso foi encaminhado para uma unidade prisional, onde permanece à disposição da Justiça

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Facção criminosa ameaçava comerciantes por telefone e pessoalmente, e exigia taxa de até R$ 300

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira (29), a Operação Libertas, para cumprir 10 ordens judiciais expedidas no âmbito da investigação que apura a atuação de um grupo criminoso investigado por extorsões contra comerciantes em Nova Mutum,

A investigação é conduzida pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Nova Mutum e revelou a existência de um esquema criminoso estruturado, com divisão de funções e tarefas entre seus integrantes.

Conforme apurado, membros de uma facção criminosa exigiam de comerciantes de Nova Mutum o pagamento periódico de valores, sob grave ameaça, impondo uma espécie de “taxa” para que pudessem exercer normalmente suas atividades comerciais.

As extorsões eram praticadas de diferentes formas. Em alguns casos, os comerciantes recebiam ligações telefônicas contendo ameaças e exigências de pagamento. Em outras situações, integrantes do grupo compareciam pessoalmente aos estabelecimentos comerciais para intimidar as vítimas e reforçar as cobranças ilícitas, instaurando um ambiente de medo e constante constrangimento. Os valores cobrados variavam entre R$ 150 e R$ 300 por estabelecimento.

Ao todo, estão sendo cumpridos nesta quarta-feira cinco mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão domiciliar, nas cidades de Cuiabá e Nova Mutum. Na Capital, a operação conta com o apoio operacional da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) e da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core).

Além das prisões e buscas, a Justiça determinou o bloqueio de ativos financeiros dos investigados, bem como o sequestro de um veículo Honda HR-V EX, ano/modelo 2025/2026, identificado como possível produto ou proveito das atividades criminosas investigadas.

Durante as investigações, um dos principais alvos chamou a atenção pelo rápido incremento patrimonial. Embora possua extenso histórico criminal e tenha obtido progressão de regime apenas em agosto de 2025, não foram identificadas fontes formais de renda compatíveis com a aquisição de um veículo Honda HR-V EX, avaliado em aproximadamente R$ 159,9 mil, circunstância que reforçou os indícios da prática de lavagem de capitais e fundamentou a medida judicial de sequestro do bem.

As medidas cumpridas nesta quarta-feira têm por objetivo interromper a atuação do grupo criminoso, preservar a ordem pública, impedir a continuidade das práticas delituosas, assegurar a aplicação da lei penal e descapitalizar financeiramente a organização criminosa, retirando os recursos obtidos com a atividade ilícita.

O nome Operação “Libertas” faz referência à palavra latina libertas, que significa liberdade. A escolha da denominação simboliza o propósito central da investigação: restituir aos comerciantes de Nova Mutum a liberdade de exercer suas atividades econômicas sem sofrer intimidações, ameaças ou cobranças ilícitas impostas por organizações criminosas.

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