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MPE e PC pedem prisão de líder sindical por ameaça e perseguição contra servidora pública

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O Ministério Público Estadual (MPE) solicitou à Justiça, nesta quarta-feira (18), a prisão do sindicalista Antônio Wagner, investigado por ameaça, violência psicológica e perseguição contra uma dirigente sindical em Mato Grosso. O pedido ainda aguarda decisão judicial.

Antônio Wagner é presidente do Sindicato dos Profissionais da Área Meio do Poder Executivo (Sinpaig). A medida foi requerida com base em investigação da Polícia Civil, após a presidente da Federação dos Servidores Públicos de Mato Grosso, Carmen Machado, registrar boletim de ocorrência.

Ela acusa o sindicalista de utilizar grupos de WhatsApp e outros canais para difamá-la, constrangê-la e intimidá-la. Segundo o registro, ele teria feito postagens questionando sua legitimidade como líder sindical, com frases como “você não tem legitimidade para representar os servidores públicos” e “prêmio de consolação”.

Para o MPE, as condutas indicam uma atuação deliberada para constranger e desqualificar a vítima, com características de violência psicológica e institucional, além de traços de misoginia por se tratar de ataques direcionados a uma mulher em posição de liderança.

O órgão também aponta que o investigado se vale de sua visibilidade para expor e humilhar Carmen, que é idosa. Conforme relatado pela vítima, os episódios teriam causado forte abalo emocional, com sintomas como insônia, ansiedade e dificuldade de concentração.

No pedido, a Polícia Civil, por meio da delegada Judá Maali, da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, ainda destacou que Antônio Wagner já responde a outro inquérito por fatos semelhantes, o que indicaria reiteração de conduta.

A autoridade policial sustenta que a liberdade do sindicalista representa risco à segurança psicológica da vítima e à ordem pública, já que as ações têm ampla repercussão em redes sociais e no meio sindical.

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Polícia Civil incinera mais de meia tonelada de maconha em Porto Alegre do Norte

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Mais de meia tonelada de maconha foram incineradas pela Polícia Civil de Mato Grosso, na manhã deste sábado (6.6), no município de Porto Alegre do Norte.

A destruição do material ilícito ocorreu em uma cerâmica após representação da Delegacia de Polícia de Porto Alegre do Norte, com manifestação favorável do Ministério Público e deferimento do Poder Judiciário da Comarca local.

 

O ato de incineração realizado pela equipe da Polícia Civil, foi acompanhado pelos representantes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Ministério Público Estadual e Vigilância Sanitária Municipal.

Conforme a delegada de Porto Alegre do Norte, Marcella Andrade Vieira Morisco, o carregamento estava sendo transportado em um veículo e foi apreendido na quinta-feira (4) pela Polícia Militar.

 

Na ação dois suspeitos foram presos em flagrante e autuados pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.

“A incineração faz-se necessária em razão de questões de segurança institucional e operacional, considerando os riscos inerentes à manutenção dessas substâncias sob guarda nas dependências da Delegacia de Polícia, bem como ocorreu em conformidade com a legislação vigente”, destacou a delegada Marcella.

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