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Operação da PC prende grupo criminoso por esquema de lavagem de dinheiro ligado à facção

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (23), a Operação Quebrando a Banca, para cumprir 72 mandados judiciais de combate aos crimes de lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e à atuação de um grupo criminoso vinculado a uma facção criminosa no Estado.

O trabalho operacional, coordenado pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Lucas do Rio Verde, tem como principal objetivo interromper o fluxo financeiro da facção, promover sua descapitalização e enfraquecer a estrutura econômica utilizada para sustentar atividades criminosas.

Foram cumpridos 23 mandados de prisão preventiva, 18 de busca e apreensão e 31 medidas de bloqueio de contas bancárias e sequestro de bens, contra alvos nos municípios de Lucas do Rio Verde, Cuiabá, Várzea Grande, Sinop e na cidade do Rio de Janeiro. Também houve a apreensão de três armas de fogo, várias munições e entorpecentes.

Conforme o delegado da Derf de Lucas do Rio Verde, Artur Andrade Almeida, as medidas judiciais miram integrantes do grupo criminoso que agem a favor de uma facção criminosa. As investigações apontaram que esses membros estão envolvidos na movimentação de recursos ilícitos provenientes do tráfico de drogas e de outras atividades criminosas controladas pelos faccionados.

Os investigados atuavam de forma organizada para ocultar e movimentar valores ligados à facção, utilizando contas bancárias, bens e terceiros para dar aparência lícita aos recursos obtidos ilegalmente.

“Os mandados de prisão, de busca e apreensão e as demais medidas cautelares buscam atingir não apenas os executores diretos dos crimes, mas também a estrutura patrimonial e financeira que permite a continuidade das ações criminosas”, destacou o delegado.

Durante as ações para cumprimento das determinações judiciais, os policiais civis apreenderam três armas de fogo, drogas e duas peças grandes contendo entorpecentes.

Participaram da operação equipes da Derf de Lucas do Rio Verde, da Delegacia de Lucas do Rio Verde, das Delegacias Especializadas de Repressão ao Crime Organizado (Draco), de Sinop, de Repressão a Narcóticos (Denarc), do Meio Ambiente (Dema), de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI), além do apoio da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

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Operação flagra furto de energia em academia, mercado e peixaria em VG; oito presos em MT

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Oito pessoas foram presas em Mato Grosso, na última semana, durante ações de combate ao furto e à fraude de energia elétrica. Entre os casos está o de uma pedreira que atua na extração de areia, pedra e diamantes em Poxoréu (a 254 km de Cuiabá) e que, mesmo após já ter sido alvo de operações policiais, voltou a ser flagrada desviando energia.

As prisões fazem parte da Operação Energia Limpa, realizada pela Energisa em parceria com a Polícia Civil, Polícia Militar e Politec. As fiscalizações identificaram fraudes e furtos de energia em diferentes segmentos da economia, como mineração, alimentação, comércio, reciclagem e indústria, evidenciando que o crime ocorre em empreendimentos de diversos portes e atividades.

Na pedreira de Poxoréu, as equipes encontraram uma ligação irregular que abastecia máquinas e motores utilizados na mineração. Um transformador utilizado na operação foi apreendido e encaminhado à delegacia. O responsável pelo empreendimento, que já havia sido alvo de ações anteriores, foi preso em flagrante.

Em Primavera do Leste, um restaurante e uma espetaria, ambos reincidentes, foram flagrados novamente com os sistemas de medição adulterados. Já em Várzea Grande, as equipes identificaram ligações clandestinas e desvios de energia em uma peixaria, uma empresa de reciclagem, uma academia e um mercado. Em Santa Carmem, uma serraria em pleno funcionamento apresentava falhas no sistema de medição que impediam o correto registro do consumo de energia.

Além de crime previsto no Código Penal, o furto de energia coloca vidas em risco. Ligações clandestinas e intervenções na rede elétrica podem provocar choques, curtos-circuitos, incêndios e interrupções no fornecimento, afetando residências, comércios e até serviços essenciais.

“As ações de fiscalização têm sido ampliadas em todo o estado e contam com o apoio das forças de segurança e de tecnologias cada vez mais precisas para identificar fraudes. Quem furta energia está cometendo um crime, colocando vidas em risco e será responsabilizado na forma da lei”, afirma Luciano Lima, gerente de Combate a Perdas da Energisa Mato Grosso.

A concessionária reforça que as fiscalizações continuarão sendo realizadas e a população pode contribuir denunciando, de forma anônima, situações suspeitas de fraude ou furto de energia pelo 190, 197 ou 181, além dos canais oficiais.

Canais para denúncia

Aplicativo Energisa On
WhatsApp Gisa: (65) 99999-7974
Site: energisa.com.br
Call Center: 0800 6464 196

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