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PC prende 14 integrantes de facção criminosa em duas cidades de Mato Grosso

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A Polícia Civil deflagrou nesta quarta-feira (22) a Operação Vértice, para cumprimento de 27 mandados judiciais para desarticular uma facção criminosa voltada ao tráfico de entorpecentes na região dos municípios de Gaúcha do Norte e Paranatinga.

Foram cumpridos 14 mandados de prisão preventiva e 13 de busca e apreensão domiciliar, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz de Garantias – Polo Rondonópolis, com base nas investigações conduzidas pelas Delegacias de Polícia de Gaúcha do Norte e Paranatinga.

Os mandados foram cumpridos em Gaúcha do Norte, Paranatinga, Água Boa e Rondonópolis.

Investigação

As diligências, realizadas de forma integrada entre as duas unidades policiais, iniciaram em abril de 2025, após a prisão de um homem apontado como líder e gerente presencial do tráfico de drogas em Gaúcha do Norte. Ele também foi identificado como o principal elo entre os integrantes do grupo com maior poder de decisão e os traficantes varejistas que atuavam no município.

No decorrer das investigações, foi identificado o grupo criminoso voltado à comercialização de drogas, ao monitoramento de viaturas policiais em Gaúcha do Norte e à disseminação de regras de conduta impostas pelo grupo aos seus integrantes.

Apoio operacional

Participaram da operação equipes da Delegacia de Primavera do Leste, Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Primavera do Leste, Núcleo de Inteligência de Primavera do Leste, Delegacia de Paranatinga, Delegacia de Água Boa e da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis.

Nome da operação

O nome Vértice faz referência ao ponto central identificado durante as investigações. O termo simboliza a posição do principal investigado, que atuava como elo entre a liderança da facção e os demais envolvidos.

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Foragido por perseguir delegado em MT, empresário tem nova prisão decretada por estupro

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G1 – A Justiça de Mato Grosso decretou a prisão preventiva do empresário Maike Koseki de Capua, de 41 anos, acusado de estupro. A decisão foi assinada pelo juiz Marcos Faleiros da Silva, em substituição legal, nesta terça-feira (21), em Cuiabá. O magistrado determinou a expedição do mandado de prisão e o recolhimento do investigado a uma unidade prisional.

Na decisão, o juiz apontou que estão presentes os requisitos para a prisão preventiva, como indícios da prática do crime e a necessidade de garantir a aplicação da lei penal e a regularidade da instrução criminal, conforme os artigos 311, 312 e 313 do Código de Processo Penal.

Após o cumprimento da ordem judicial, a autoridade policial deverá comunicar imediatamente a prisão ao juízo responsável para a realização dos procedimentos legais, incluindo a audiência de custódia, quando cabível.

Maike já era considerado foragido da Justiça desde o último dia 14, quando passou a ser procurado pela Polícia Civil por suspeita de monitorar a rotina de um delegado responsável por investigá-lo em um caso de organização criminosa, em Cuiabá. Segundo as investigações, ele também teria perseguido a esposa e o filho do policial.

Além desse inquérito, o empresário responde por crimes de organização criminosa, lavagem de capitais e coação no curso do processo.

O nome de Maike também aparece em outra investigação. Uma empresária de Goiânia denunciou à Polícia Civil de Goiás ter sido vítima de extorsão e ameaças supostamente praticadas por ele.

Até a publicação desta reportagem, o empresário continuava foragido e não havia sido localizado pelas autoridades.

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