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Polícia Civil cumpre mandados contra investigados por homicídio de policial penal em Várzea Grande

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A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quarta-feira (17.12), a Operação Contragolpe, para cumprimento de mandados de prisão e busca e apreensão contra investigados pelo homicídio que vitimou um policial no final do mês de novembro em Várzea Grande.

Na operação, são cumpridos três mandados de prisão temporária e três de busca e apreensão, decretados pela 1ª Vara Criminal de Várzea Grande, com base em investigações da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

O crime que vitimou o policial penal, José Arlindo da Cunha, de 55 anos, ocorreu por volta das 22h30 do dia 22 de novembro no bairro Marajoara em Várzea Grande.

Na ocasião, várias pessoas foram até a residência em que policial penal estava, o chamaram no portão, momento em que foi alvejado por disparos de arma de fogo e violentamente espancado, indo a óbito no local. O crime teria sido motivado por uma discussão anterior que a vítima teria se envolvido durante confraternização na residência de outra pessoa.

No mesmo local, Rivaldo Caetano da Silva que participava das agressões contra o policial penal foi atingindo por disparos de arma de fogo, efetuados pela vítima, em legítima defesa. Ele chegou a ser socorrido ao Pronto Socorro Municipal de Várzea Grande, onde não resistiu e foi a óbito.

Após o crime, os executores da vítima subtraíram a arma do policial penal que foi encontrada posteriormente, jogada em uma região de mata, no bairro Santa Izabel em Várzea Grande, no dia seguinte ao crime.

Com o avanço das investigações, os policiais conseguiram identificar outros três envolvidos no crime, que participaram das agressões físicas, que resultaram na desfiguração e óbito da vítima.

Com base nos elementos apurados pela DHPP, foi representado pelos mandados de prisão temporária e de busca e apreensão dos investigados, que foram deferidos pela Justiça e são todos cumpridos na cidade de Várzea Grande.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Padrasto é preso em flagrante por agredir enteado de 4 anos e alega ‘correção disciplinar’

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Um homem, suspeito de agredir o enteado de apenas 4 anos de idade, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (29), em ação realizada por policiais da Delegacia de Pontes e Lacerda. A criança apresentava diversas lesões pelo corpo. O padrasto, de 30 anos, foi autuado pelo crime de lesão corporal no âmbito da violência doméstica e familiar.

As investigações foram iniciadas após a mãe da criança procurar a delegacia e relatar que, na quarta-feira (28), o filho não foi à escola, ficando na companhia do padrasto, que não tinha saído para trabalhar.

A mulher saiu para o trabalho e, quando retornou no horário do almoço, percebeu que o filho apresentava uma queimadura na boca, sendo alegado inicialmente que a criança havia tomado um chá quente enquanto o homem tomava banho. A mãe retornou ao trabalho no período da tarde e encontrou a criança dormindo ao voltar para casa à noite.

Na manhã de quinta-feira, ao dar banho no filho, a mãe percebeu que a criança apresentava diversos hematomas nas nádegas, no rosto e na orelha. Questionada, a vítima revelou que as agressões haviam sido praticadas pelo padrasto, com quem tinha ficado sozinha no dia anterior.

Diante das informações, uma equipe da Polícia Civil deslocou-se até a residência do casal e localizou o investigado. Questionado pelos policiais, o homem admitiu ter aplicado tapas na criança, alegando que o menino seria “arteiro”.

O suspeito foi conduzido à Delegacia de Pontes e Lacerda e autuado em flagrante pelo crime de lesão corporal em contexto de violência doméstica e familiar contra criança, nos termos do Código Penal e da Lei nº 14.344/2022 (Lei Henry Borel).

Histórico

Os policiais também identificaram um registro anterior de violência doméstica envolvendo o suspeito, ocorrido em 2024, no Estado de Mato Grosso do Sul, pelo descumprimento de medida protetiva de urgência em favor de sua ex-companheira.

Diante da gravidade dos fatos, da vulnerabilidade da vítima e do risco de reiteração de condutas violentas, a autoridade policial representou pela conversão do flagrante em prisão preventiva.

Também foram solicitadas medidas protetivas de urgência em favor da criança, encaminhadas ao Poder Judiciário em procedimento próprio, com o objetivo de resguardar sua integridade física e psicológica.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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