Polícia
Polícia Civil de MT cumpre 36 ordens judiciais contra grupo que movimentou R$ 120 milhões com estelionato
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A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu, na manhã desta terça-feira (7.10), 36 ordens judiciais no âmbito da “Operação Agrofraude”, expedidas pela 2ª Vara das Garantias de Goiânia (GO). A ação foi realizada em apoio à Polícia Civil de Goiás.
A operação foi deflagrada com o objetivo de desmantelar um grupo criminoso especializado em estelionato qualificado pela fraude eletrônica, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Ao todo foram cumpridos 17 mandados de prisão, 19 de busca e apreensão.
Na investigação, foram identificadas mais de 40 pessoas envolvidas e distribuídas em nove estados, sendo eles: Amazonas, Acre, Distrito Federal, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul Piauí e Mato Grosso, cujos alvos estavam concentrados nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Campo Verde.
Com o andamento da investigação, os policiais identificaram que o grupo agia aplicando golpes do falso intermediário de comercialização de grãos de milho. Estima-se que o prejuízo tenha alcançado R$ 1 milhão das últimas vítimas, todas da região da cidade de Rio Verde, em Goiás, e que, em cinco anos, o grupo já teria movimentado mais de R$ 120 milhões.
Em Mato Grosso, a operação foi coordenada pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, com apoio de demais unidades da Diretoria Atividades Especiais (DAE) e da Diretoria Metropolitana, sendo empregados 85 policiais e 19 viaturas.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado
Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”, preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).
Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.
Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.
As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.
Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.
Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.
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